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@pammellamarins há 11 meses
Público
Prólogo O amor tem suas regras. Eu sei porque fui eu quem as escreveu. Ou pelo menos, eu achava que sabia. Se tem uma coisa que nunca precisei enfrentar, foi a resistência de um mortal ao destino. Eu cravo flechas certeiras em corações distraídos, e eles tropeçam, se beijam e vivem felizes para sempre—ou, no mínimo, vivem intensamente até que tudo desmorone em tragédia. Mas ela… ela é um problema. Nenhuma flecha funciona. Nenhuma conexão desperta. Nenhuma centelha acende. E agora estou aqui, preso nessa bagunça, olhando para ela como se fosse uma equação impossível de resolver. O pior? Estou começando a gostar do desafio.

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