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@tibianchini 1 year ago
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PRINTING Every day is gray In a city of stone and ground Everyone hides from pollution Children of loneliness Poor guys in rich cars Rich guys in a lot. Cars and guys are the same: Just one more ID. The penumbra falls; the plant is born Away from the weaver's gaze, Which will serve, in the cold, of wire Of cotton Everything goes through us Everything fits in our voice But there are no sounds in the air May they awaken the crowd Lives that cross the street Lives that go missing in a station Lives are the same In any situation “Love everyone” may not be enough To escape the dark war - What? But what happens to that love When, from the ashes, a new feeling arises Maybe even more powerful. Maybe a new love Or a new way to love One day the sun will come One day the sea will turn Every tear I can shed A heart Alms to the blind, who lends No one's eyes a dog; And there's your bed on the street Stone and ground. Alms the poor, who ‘inda lives Dream and bread... Loving everyone may not be The solution. Pale, anonymous Pardos, poor nation, They're the beautiful part Population Every day is gray: The sun doesn't come to break The darkness.
Automatically translated from Portuguese.
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IMPRESSÃO Todos os dias são cinzentos Numa cidade de pedra e chão Todos se escondem da poluição Filhos da solidão Caras pobres em carros ricos Caras ricas num lotação Carros e caras são iguais: Apenas mais uma identificação. Cai a penumbra; nasce a planta Longe do olhar do tecelão, Que vai servir, no frio, de fio De algodão Tudo passa por nós Tudo cabe em nossa voz Mas não há sons no ar Que possam acordar a multidão Vidas que atravessam a rua Vidas que somem numa estação Vidas são as mesmas Em qualquer situação “Amar a todos” talvez não baste Para escapar da tenebrosa guerra - Mas o que acontece com esse amor Quando, das cinzas, surge um novo sentimento Talvez até mais poderoso Talvez um novo amor Ou uma nova forma de amar Um dia o Sol virá Um dia o Mar virará Toda lágrima que puder derramar Um coração Esmola ao cego, que empresta Alheios olhos de um cão; E tem, na rua, a sua cama De pedra e chão. Esmola ao pobre, que ‘inda vive De sonho e de pão... Amar a todos talvez não seja A solução. Pálidos, anônimos Pardos, pobre da Nação, São a parte bela Da população Todos os dias são cinzentos: O sol não vem quebrar A escuridão.

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