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@uiaramei há 1 semana
Público
Na história da diáspora negra, o sistema operou para apagar nomes, rasurar linhagens e decretar o fim prematuro de narrativas inteiras. Por isso, a preservação da memória através do documento - seja uma foto antiga, um papel guardado, um certificado ou um livro - é um movimento de recalcitrância política e espiritual. Guardar o registro é recusar o ponto final que a colonização tentou nos impor. O documento mantém a história viva, pulsante e aberta, impedindo que o sistema a declare encerrada. https://www.threads.com/@uiaramei/post/DcUCc5ZgQlc

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