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@tibianchini 1 year ago
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The poem Pen slips on paper, but scratches. Leave him a dirt trail. Insinuate, rip, swidden, molasses, It moistens and fills the whole leaf. And the leaf, defoliated in poetry, Offers its target and soft space; The pen, paraded in acrobatics About the white innocent and empty. The pen - stiff and careful mast, Lay on the leaf the most beautiful daydreams, Painting cellulose with tasty A trait of love and dreams, no nonsense. But the leaf, already devirginized in verses, 'Inda longs for a subtle outcome: A sonnet, that breaks the universes That she never dared or felt herself. The pen is a stick that caresses in intimate and colorless softness from a leaf you receive on your way Fine stroke, coloring love.
Automatically translated from Portuguese.
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O poema A caneta desliza no papel, mas arranha. Deixa nele um rastro de sujeira. Insinua, rasga, roça, mela e assanha, Umedece e preenche a folha inteira. E a folha, desfolhada em poesia, Oferece seu espaço alvo e macio; A caneta, a desfilar em acrobacia Sobre o branco inocente e vazio. A caneta - mastro rijo e cuidadoso, Deita à folha os mais belos devaneios, A pintar a celulose com saboroso traço de amor e sonhos, sem rodeios. Mas a folha, já desvirginada em versos, 'Inda anseia por um desfecho sutil: Um soneto, que desbrave os universos Que ela própria jamais ousou nem sentiu. A caneta é um bastão que faz carinho na suavidade íntima e sem cor de uma folha que recebe em seu caminho Fino traço, a colorir o amor.

Replies (1)

@JuNaiane · 1 year ago
I love it
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Amei

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