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"Interrogar um suspeito era sempre uma situação delicada. Cada pessoa reage de forma diferente à acusação de um crime. Algumas fogem, mesmo que depois se descubra que não tinham nada a ver com o caso em questão. Outras colaboram totalmente, muitas vezes até auxiliando nas investigações, para depois as autoridades descobrirem que aquela pessoa tão prestativa era o verdadeiro culpado. Em qual perfil este suspeito se encaixaria?"
Capítulo 6-DILEMAS
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Tá um pouco difícil encontrar leitores que curtem fantasia urbana, realidade fantástica e mistérios ambientados no Brasil. Se tiver alguém aí, considere conhecer minhas obras aqui Ou se quiser saber mais e também sobre o que eu leio tem meu perfil literário:
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Bom dia pessoas
Pra quem curte um mistério instigante, que explora os limites entre o ordinário e o fantástico tem o capítulo 2 já online de Corpos Flutuantes na parte de criações!
Boa leitura
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Bom dia pessoas
Pra quem curte um mistério instigante, que explora os limites entre o ordinário e o fantástico tem o capítulo 2 já online de Corpos Flutuantes na parte de criações!
Boa leitura
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Boa noite pessoas
Tô aproveitando o formato de publicação em capítulos aqui do Literúnico pra relançar meu primeiro livro: Corpos Flutuantes. Se gostarem de um mistério sinistro, dêem uma conferida lá. O prólogo e o primeiro capítulo estão gratuitos.
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Boa noite pessoas
Tô aproveitando o formato de publicação em capítulos aqui do Literúnico pra relançar meu primeiro livro: Corpos Flutuantes. Se gostarem de um mistério sinistro, dêem uma conferida lá. O prólogo e o primeiro capítulo estão gratuitos.
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Boa tarde, pessoas
Meu conto Murmúrios do Bosque foi bloqueado no site Amazônico. Mas o que ele mais quer é ser lido, então estou deixando ele gratuito na aba de criações do Literúnico pra quem gosta de um terror pesadão
Se ler não esqueça de deixar seu parecer, por favor!
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Boa tarde, pessoal
Meu conto Murmúrios do Bosque foi bloqueado no site Amazônico. Mas o que ele mais quer é ser lido. Por isso estou deixando até o fim do mês gratuito na aba de criações pra quem gosta de um terror pesadão.
Não esqueça de deixar seu parecer, por favor
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Boa noite Literunicos
Gosto de me arriscar no terror, principalmente quando se trata de contos e mini contos.
Outro dia um entregador me acordou e me veio a história na cabeça. É estranho o que pode nos inspirar.
Se quiser ler fique a vontade, mas já fica o aviso:
NÃO LEIA ANTES DE DORMIR!!
Não Durma
Deives Ferraz
— Tá preparado?
O comandante gritava para me acordar dentro do carro tático. A dor no meu ombro estava de matar.
— Sim, senhor! — respondi sem muito entusiasmo, massageando o pescoço. Ele me observou com atenção.
— Você dormiu, soldado. Isso não é bom sinal.
— Não é nada. Apenas um torcicolo.
Ele colocou a mão no meu braço e me olhou no fundo dos olhos.
— Isso é guerra. Lembre-se do seu treinamento!
Assenti, cansado. Sentia-me enfraquecido, mas assim que as portas do veículo se abriram, saltei, mirando nos alvos e atirando. Ouvia gritos, pessoas correndo, muita poeira e explosões. Os vagalumes piscavam os traseiros como luzes de alerta. Espera um pouco… Todos sabem que vagalumes estão extintos. Maldição, isso não pode estar acontecendo!
Meus olhos se abrem, mas mal consigo me mover. Estou deitado de lado, na cama do meu quarto. As agulhadas no ombro confirmam o que eu já desconfiava. Estico a mão e sinto a pele espessa do corpo que me cobre, agarrado às minhas costas, saboreando meu sangue. Não preciso vê-lo para saber como parece: totalmente preto, sem braços ou pernas. O couro cheio de muco, ondulando sobre músculos sem esqueleto. A boca, um triturador cheio de dentes feitos para sangrar ao máximo suas vítimas.
Esse verme deve ter se esgueirado pela fresta embaixo da porta. Se Caramelo não me avisou do perigo, já deve ter sido sugado para dentro do estômago dessa coisa nojenta que agora esfrega a barriga molhada por toda minha pele. Preciso alcançar a arma embaixo do travessei…
— Vanessa, oi!
O que minha ex está fazendo nesta cidade?
— Sabia que você mudou recentemente para cá. Vim te ver!
O pôr do sol destacou o brilho desse olhar que nunca esqueci. O vento nos cabelos. O perfume, floral e leve, bem diferente do peso da arma na minha mão. Arma? Ela parece não ver que estou armado. Será que temos alguma chance ainda? Esses vagalumes em volta dela a deixam ainda mais linda. Ah! Droga! Vagalumes…
— Como vai o treinamento? — perguntou meu chefe, apertando meu ombro. Gente fina ele, mesmo que desvie um pouco de dinheiro da empresa de vez em quando.
— Você parece cansado — disse, sorrindo. — Cuidado para não dormir. Os superiores estão grudados na nossa cola.
Superiores grudados… Cocei o ombro oposto com a ponta da arma que segurava.
— Você sabe o que precisa fazer.
— Mãe? — Abracei-a já com os olhos marejados. — Como pode?
— Calma, filho! Vai dar tudo certo.
Era tudo tão real, mas sabia que ela havia morrido há muito tempo. Ela pegou minha mão com a arma e encostou a ponta gelada pouco acima da clavícula.
— Estou com medo! Vai estraçalhar meu ombro.
— Só assim pra você se livrar desse vampiro.
Ela estava calma, serena. Acariciou meu cabelo. Lembra do treinamento!
— Deixa eu ficar aqui contigo!
— Ainda não. Mas vou estar aqui te esperando. — Ela colocou minha outra mão em cima do cabo. — Te amo filho.
Ela estava certa. O projétil atravessaria meu ombro e a cabeça daquele bicho, me libertando. Isso se ainda tivesse sangue o suficiente no meu corpo para me manter vivo.
Apertei o gatilho e os vizinhos acordaram com o estouro do tiro e meu grito de dor.
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Movimentando um pouco a conta aqui Fiz um mini conto de Horror/Ação
⚠️ ATENÇÃO: Leitura não recomendada para pessoas sensíveis, contém linguagem imprópria ⚠️
Empatia
Deives Ferraz
Maldita Mãe Natureza!
Minhas mãos tremem, e uma gota de suor escorre pela minha têmpora. Logo agora?
Preciso secar na calça a mão que atira. Não posso errar. E nessa distância que estou, isso é muito fácil de acontecer.
Eu entendo, Mamãe, que a senhora possua uma sabedoria de milhões de anos de evolução, mas que porra de ideia foi essa de fazer o ser humano sentir em si as dores que causa no outro?
Merda! A lente do telescópio está quase embaçando com minha transpiração. Preciso me acalmar.
Quando isso começou mesmo? Umas 2 ou 3 gerações, parece. As histórias dizem que foi um fuzuê quando um médico deu um tapa num bebê recém-nascido e sentiu a ardência na própria pele. Haha. Sorte dos antigos que não tinham essa empatia forçada.
Eu sei, eu sei. O ser humano estava se destruindo. Fazer um abusador sentir a dor do que está fazendo no próprio rabo, ou um narcisista sentir a dor da humilhação que está causando, é uma forma bem eficiente de manter a paz entre teus filhos.
Felizmente você deixou de fora dores consentidas. Isso me garante algum divertimento quando estou amarrado na cama daquela gostosa do bar, toda sexta. Obrigado Mãe!
O que a senhora não esperava era o quão criativos são teus filhos. Sem essa criatividade eu não teria emprego. Espero que não me julgue. O que posso fazer se atiro tão bem? E quem tem poder aquisitivo paga para outras pessoas sentirem dor por elas? É… Eu não mato pessoas. Eu evito que quem quer matar sinta a dor do assassinado.
Fica a sugestão do seu próximo upgrade: dor por infligir dor encomendada.
Chegou aquele babaca. O que eu tô dizendo? Nem conheço o filho da puta.
— To vendo o alvo. — falo ao telefone.
— E o que eu tenho a ver com isso?
— Preciso de uma dose de dopamina pra parar de tremer. Pode passando a segunda parte do que foi acordado!
— Vou passar, sim. Quando tiver a prova do serviço feito.
— Eu não tô com muita paciência hoje. Ele já está saindo do carro e a janela de oportunidade é curta. Vai coçando a mão. O gatilho não anda antes da notificação do banco.
— Porra! Tá!
Meu celular vibra. Fico feliz com o valor que vejo na notificação.
— Obrigado! Só um segundo.
Mordo uma das minhas luvas de motoqueiro. Melhor evitar quebrar meus dentes de novo.
Sorte que ele parou pra falar com o porteiro. Tô bem mais calmo agora. Respiro fundo e puxo o maldito gatilho. O projétil leva uns segundos pra chegar no alvo. Sei que o vento vai desviar a rota. Espero que o suficiente pra acertar onde deve.
Mas não consigo acompanhar o que acontece pela lente. Tenho que me jogar para trás e segurar a vontade de berrar com a dor que sinto na cabeça. Todos meus ossos dos crânio parecem descolar da carne e do cérebro. O zunido no ouvido é de enlouquecer. Me contorço com as mãos nas orelhas, tentando manter a luva entre os dentes. Minha visão fica totalmente branca e as órbitas parecem que vão escorregar para fora da cara.
— Morre, desgraçado!
Sei que é tudo uma ilusão, mas a dor é bem real. Não consigo pensar em nada, além de espernear e me arrastar pelo chão. Se errei o tiro, nós dois vamos ficar inúteis, até ele parar de sentir dor.
De repente, como se tivessem desligado um botão, a dor amena. A visão volta aos poucos, já consigo me levantar com dificuldade e tirar uma foto do corpo estirado no chão.
— Ainda está aí?
— Você pediu pra esperar, não foi?
— To mandando a foto do alvo.
— Tu é o melhor, sempre!
Jogo o telefone de lado pra respirar.
Preciso me aposentar.
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