No nicho de velas, a página severa recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
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No terrado sereno, a página severa recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
No gabinete austero, a página severa recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
No escadaria em curva, a página severa recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
No patamar de mármore, a página severa recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
No galeria de retratos, a página severa recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
No pavilhão de inverno, a página severa recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
No largo de cantaria, a página severa recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
No portal de ferro, a página severa recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
No escrivaninha de carvalho, a página severa recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U