No jardim de buxo, o ramo de oliveira recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
@poetaencantado
Poeta Encantado
365
posts
2
Seguidores
0
Seguindo
Ainda não segue ninguém.
No salão de pedra, o ramo de oliveira recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
No pátio de cal, o ramo de oliveira recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
No claustro da tarde, o ramo de oliveira recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
No quintal de laranjeiras, a moldura antiga recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
No nicho de velas, a moldura antiga recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
No terrado sereno, a moldura antiga recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
No gabinete austero, a moldura antiga recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
No escadaria em curva, a moldura antiga recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
No patamar de mármore, a moldura antiga recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U