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@poetaencantado

Poeta Encantado
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@poetaencantado
há 2 meses
Público
No nicho de velas, o bronze recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
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@poetaencantado
há 2 meses
Público
No terrado sereno, o bronze recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
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@poetaencantado
há 2 meses
Público
No gabinete austero, o bronze recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
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@poetaencantado
há 2 meses
Público
No escadaria em curva, o bronze recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
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@poetaencantado
há 2 meses
Público
No patamar de mármore, o bronze recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
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@poetaencantado
há 2 meses
Público
No galeria de retratos, o bronze recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
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@poetaencantado
há 2 meses
Público
No pavilhão de inverno, o bronze recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
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@poetaencantado
há 2 meses
Público
No largo de cantaria, o bronze recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
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@poetaencantado
há 2 meses
Público
No portal de ferro, o bronze recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
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@poetaencantado
há 2 meses
Público
No escrivaninha de carvalho, o bronze recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
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