Exploração completa
Todo o acervo, sem perder o contexto.
Combine busca, intenção, sessão e ordenação. Cada livro já mostra o próximo gesto possível.
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livros neste recorte
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Ficção
A Cruz Mutilada
Em A Cruz Mutilada, Alexandre Herculano constrói uma narrativa simbólica e melancólica que denuncia a intolerânc...
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Ficção
A Arrábida
Em A Arrábida, Alexandre Herculano exalta a beleza natural da serra homônima e reflete sobre a espiritualidade,...
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Poesia
Ao entardecer
Ao entardecer é um poema que reflete a simplicidade contemplativa de Alberto Caeiro. Nele, o poeta observa o fim...
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Poesia
Da minha aldeia vejo quanto a terra
Da minha aldeia vejo quanto a terra é um dos poemas mais representativos da filosofia de Alberto Caeiro. Nele, o...
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Poesia
Da mais alta janela da minha casa
Da mais alta janela da minha casa é um poema em que Alberto Caeiro expressa sua visão contemplativa do mundo. Do...
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Poesia
Creio que irei morrer
Creio que irei morrer é um poema de tom sereno e direto, no qual Alberto Caeiro aborda a morte sem medo, mistéri...
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Poesia
Como um grande borrão de fogo sujo
Como um grande borrão de fogo sujo é um poema em que Alberto Caeiro observa o pôr do sol de forma crua e desroma...
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Poesia
Como quem num dia de verão abre a porta de casa
Como quem num dia de verão abre a porta de casa é um poema que expressa a leveza e naturalidade com que Alberto...
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Ficção
A Morte do Lidador
Em A Morte do Lidador, Alexandre Herculano narra com heroísmo e emoção os últimos momentos de Geraldo Sem Pavor,...
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Ficção
A Dama do Pé-de-Cabra
Em A Dama do Pé-de-Cabra, Alexandre Herculano recria uma antiga lenda medieval portuguesa, mesclando elementos f...
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Poesia
De longe vejo passar no rio um navio
"De longe vejo passar no rio um navio" é um poema que revela a essência da poesia de Alberto Caeiro: uma observa...
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Poesia
Deito-me ao comprido na erva
"Deito-me ao comprido na erva" expressa a comunhão direta entre o poeta e a natureza. Alberto Caeiro, em sua sim...
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Poesia
Deste modo ou daquele modo
"Deste modo ou daquele modo" reflete a filosofia natural de Alberto Caeiro, que vê o mundo com aceitação e levez...
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Poesia
Dizem que em cada coisa uma coisa oculta mora
"Dizem que em cada coisa uma coisa oculta mora" é um dos poemas mais emblemáticos da recusa de Alberto Caeiro ao...
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Dizes-me: tu és mais alguma cousa
"Dizes-me: tu és mais alguma cousa" é um poema em que Alberto Caeiro reafirma sua recusa a qualquer profundidade...
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Poesia
Entre o que vejo
"Entre o que vejo" é um poema que reafirma a clareza e a transparência com que Alberto Caeiro encara o mundo. Pa...
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Poesia
Esta tarde a trovoada caiu
"Esta tarde a trovoada caiu" mostra a forma como Alberto Caeiro se relaciona com os fenômenos da natureza: com a...
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Poesia
Estas quatro canções, escrevi-as estando doente
"Estas quatro canções, escrevi-as estando doente" revela um Caeiro fragilizado fisicamente, mas ainda fiel à sua...
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D. Pedro
Em D. Pedro, Alexandre Herculano traça um perfil histórico do rei D. Pedro I de Portugal, também conhecido como...
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Poesia
Falaram-me os homens em humanidade
Neste poema, Caeiro escuta os homens falarem em "humanidade" — um conceito abstrato que para ele não tem valor r...
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Falas de civilização, e de não dever ser
Neste poema, Caeiro rejeita com firmeza os discursos sobre civilização, progresso ou destino coletivo. Para ele,...
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Gozo os campos sem reparar para eles
Gozo os campos sem reparar para eles expressa o núcleo da filosofia poética de Caeiro: viver sem questionar, sen...
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Estou doente
Em Estou doente, Caeiro trata a doença não como tragédia, mas como um estado simples do corpo — algo que acontec...
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Eu queria ter o tempo e o sossego suficientes
Neste poema, Caeiro revela um desejo calmo: o de ter tempo e sossego para ser apenas um com o mundo, sem esforço...
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