II. Miséria, cidade e consciência Os Miseráveis · Capítulo 3 de 4
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II. Miséria, cidade e consciência

Paris aparece como organismo moral. Suas ruas, igrejas, prisões, becos e barricadas revelam um país dividido entre grandeza e abandono. A miséria não é detalhe de fundo; é personagem coletiva.

Hugo escreve com amplitude quase oceânica: interrompe, explica, acusa, ora, descreve. Tudo parece excessivo porque o mundo que ele quer conter também é excessivo.

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