Wanda
Wanda
Wanda von Dunajew surge como figura de beleza, inteligência e autonomia. Severin projeta nela o ideal que carrega dentro de si: uma mulher capaz de encarnar tanto a ternura quanto a crueldade imaginada.
Entre os dois, o amor se torna negociação de papéis. Severin pede domínio; Wanda hesita, observa e aos poucos aceita participar de um pacto que modifica os dois.
A relação deixa de ser apenas romance e passa a funcionar como espelho de fantasias, limites e perigos do desejo quando ele busca uma forma absoluta.