Campanhas, igrejas e amores
Campanhas, igrejas e amores
Mariposa se agita com eleições, campanhas, excursões, atividades religiosas e histórias sentimentais. Nada é pequeno demais para virar espetáculo.
Leacock observa a política local como comédia de costumes. Discursos, alianças e rivalidades surgem mais humanos do que heroicos, mas justamente por isso permanecem reconhecíveis.
Também os amores da cidade seguem esse ritmo: há timidez, mal-entendidos e expectativas grandiosas, sempre iluminadas por um narrador que exagera para revelar.