ATO III – CONFUSÃO ARMORIAL Peça teatral as desventuras de Juan Paixão em Paudalho contra a mafia do sertão · Capítulo 3 de 5
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ATO III – CONFUSÃO ARMORIAL

(Empregada fala com o público.)

Empregada Maria do Socorro-Oxente, eu não gosto de falar da vida alheia, não! Mas isso aqui virou motel! Já é o quarto homem essa semana. Coitado do marido dela... Coitada E DE MIM, que escuto tudo e finjo que estou limpando! Ele tem que levar a galha mesmo… E ainda reclamar de dor de cabeça. É dor de galha, Zé!

(Barulho de porta. Zé Bancário entra cansado, de terno.)

sua frotuna- Cheguei mais cedo, minha nega! Surpresa!

(Empregada arregala os olhos.)

Empregada- Ai meu Deus, é hoje! Vai cair chifre no chão como coco de palma!

FIM DO ATO – continua... ou não... depende dos ilustrações.

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