Universo da obra
Universo da obra
Em Maria João, Gregório de Matos brinca com os limites da identidade e da moralidade ao apresentar uma personagem ambígua, que desafia as convenções de gênero e os costumes da Salvador colonial. Com seu estilo satírico e provocador, o poeta transforma Maria João em símbolo de transgressão — uma figura que incomoda, causa escândalo e, ao mesmo tempo, fascina. A crítica social aparece por meio da zombaria dirigida tanto à personagem quanto à sociedade que tenta escondê-la ou ridicularizá-la. Como em outras de suas crônicas poéticas, Gregório usa o riso e a ironia para revelar o desconforto da cidade diante do que escapa às normas estabelecidas.
Em Maria João, Gregório de Matos brinca com os limites da identidade e da moralidade ao apresentar uma personagem ambígua, que desafia as convenções de gênero e os costumes da Salvador colonial. Com seu estilo satírico e provocador, o poeta transforma Maria João em símbolo de transgressão — uma figura que incomoda, causa escândalo e, ao mesmo tempo, fascina. A crítica social aparece por meio da zombaria dirigida tanto à personagem quanto à sociedade que tenta escondê-la ou ridicularizá-la. Como em outras de suas crônicas poéticas, Gregório usa o riso e a ironia para revelar o desconforto da cidade diante do que escapa às normas estabelecidas.
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