Obra em primeiras pessoas
Coletânea de poemas e peças curtas em que a voz fala de amor, guerra, fome, família, corpo e leitura crítica. O tratamento Aurora organiza o livro por vozes, eixos e referências de capítulo.
por Rafael Antunes Marcelino 🏆 Participante do Prêmio Literúnico
A Intenção poética é transmitir as complexidades dos relacionamentos amorosos, as batalhas internas e externas que travamos em nome do amor, bem como as experiências dolorosas e transformadoras que surgem nos campos de guerra.
Leitura da obra
Abra o sumário completo ou continue pelo capítulo mais recente.
A capa entra com perspectiva de livro saindo da tela, alinha no hover e abre ampliada no clique.
Mercado da obra
Top acionistas
Quer aparecer aqui?OUTRAS PRIMEIRAS PESSOAS DE AMOR E GUERRA · APRESENTAÇÃO
A Intenção poética é transmitir as complexidades dos relacionamentos amorosos, as batalhas internas e externas que travamos em nome do amor, bem como as experiências dolorosas e transformadoras que surgem nos campos de guerra.
Blocos Extras da Apresentação
Coletânea de poemas e peças curtas em que a voz fala de amor, guerra, fome, família, corpo e leitura crítica. O tratamento Aurora organiza o livro por vozes, eixos e referências de capítulo.
Comece por Carta Birmanesa para perceber o tom político e íntimo. Depois siga por Mãe Da Lua, Esqueleto No Armário, Orwell E Said, Depois De Kafka e Amargo Açafrão.
As figuras cadastradas são vozes poéticas e forças de leitura. As imagens são contextuais, sempre com crédito visível, e servem para orientar atmosfera, objeto e assunto.
O título se confirma pela alternância entre afeto fraturado, denúncia política, fome social e ironia cultural. A primeira pessoa muda de alvo sem abandonar o corpo.
Muitos capítulos são breves, alguns quase epigramas. O Atlas ajuda a situar cada peça dentro do conjunto para que a navegação não dependa só da ordem de publicação.
Os eixos permitem filtrar a leitura por carta, guerra, amor, família, corpo, fauna, sátira, chama e resto. Cada capítulo publicado recebeu referência para aparecer no mapa da obra.
A capa original foi preservada. Nenhuma imagem de personagem foi tratada como retrato oficial, já que a obra trabalha vozes e ideias em vez de elenco narrativo convencional.
As imagens foram vinculadas a páginas públicas do Wikimedia Commons, com crédito e link de origem nos metadados e nos links públicos do livro.

Organiza a leitura de setenta poemas como livro de primeiras pessoas, com entrada por título, imagem e tensão verbal.

Leva o leitor de endereço íntimo a território distante, usando mapa, roupa, sangue e palavra como matéria de acusação.

Agrupa combate, massacre, revolta e força estatal em poemas que perguntam de onde vem o golpe.

Concentra saudade, desejo, ombro, rosa, musa e perda em cenas de afeto que recusam acabamento limpo.

Puxa mãe, pai, casa, colo e armário para o centro de uma memória que cobra gesto e ausência.

Reúne alimento, jejum, abrigo, trabalho e sobrevivência em textos que tratam fome como fato social.

Reúne poemas em que falar significa assumir posição diante de alguém ou de um lugar distante.

Agrupa a força social da obra quando a primeira pessoa encara violência e comando.

Organiza poemas em que afeto surge com falha, febre, memória e vontade de permanência.

Acompanha origem, dívida, presença ausente e gesto que fica sem resposta.
Ficha editorial, identidade pública e dados técnicos da obra em um só lugar.