Interlúdio: Réquiem
por ALLAN SCOT
Uma tragédia leva a outra, e assim sucessivamente até que os males do prelúdio, que eram apenas previsões, começam a surgir e transformar a realidade numa sinfonia caótica, cantada por intrigas, tocada por desastres e interpretada por inimigos. A ofensiva se apresenta com força e...
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Ao contrário do prelúdio, porém em sua continuação, o interlúdio se inicia em clima de tensão e uma linguagem mais sóbria caracteriza a narrativa, para transmitir ao leitor, que pode e deve se colocar no lugar da narradora, os sentimentos que preenchem seu discurso. Da mesma forma, ele pode sentir as constantes mudanças climáticas e nuances sentimentais que afloram no decorrer da história, ao ponto de ser possível tingir cada fase com uma cor diferente à sua escolha. Novos personagens aparecem para enriquecer a trama e muitas pulgas são deixadas atrás da orelha conforme suas interferências. Já os principais, são amadurecidos gradativamente, sendo possível formar opiniões mais concretas sobre a índole e até mesmo especular o destino de cada um. Ainda com forte embasamento na música e na religião, o título da obra é a pista sobre em que consiste cada capítulo, que poderiam muito bem serem cantados ao invés de apenas lidos. Assim como O Canto da Morte, o Requiem apresenta uma canção como plano de fundo da obra, composta para ser reproduzida por todos os músicos corajosos que se arriscarem a interpretá-la. Bem como os temas já citados, a moda vem com força para auxiliar em descrições importantes de características que formam a ambiência das cenas, e devemos isso principalmente a uma personagem em questão que nesta fase, ganha um destaque especial. Eu vi e gritei: Protagonistaaaaaa! Por fim, mais uma vez podemos falar de uma fantasia bem da fantasiosa, capaz de transportar a mente para um mundo completamente novo, que, não deixa de ter as referências terrenas que amamos: gírias, memes e fatos históricos. Mergulhe de cabeça e esteja pronto para rir, chorar, passar raiva, lutar, correr, tomar alguns banhos de chuva, afundar-se na neve, quase morrer afogado ou pior, soterrado. Só não vale morrer de verdade, porque a arte contiNUA e espera por você só de calcinha no que vem pela frente… e por trás também. Amém.
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