por
Mark Brunkow
🏆 Participante do Prêmio Literúnico
E se Deus não tivesse ido embora? E se Ele apenas tivesse sido silenciado... como tantos outros?
Neste romance arrebatador, Mark Brunkow nos convida a conhecer Calum Silva, um homem de cinquenta anos que já teve fé, mas a viu apodrecer nos púlpitos do medo, nos altares do contro...
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🏆 Ranking de Leituras
Leituras Totais desta Obra1.020
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Posição desta obra
#24
#1Bergmann5.773
#2Pela estrada à fora5.422
#3A barreira de AlDahin4.964
#4Outras Primeiras Pessoas De Amor E Guerra4.915
#5O Túnel do Tempo1.888
#6Princesinha do Papai1.749
#7Senhor das Cores e Símbolos - O Grande Livro das Raças1.653
#8AS PROEZAS E TRAVESSURAS DE LDANZIM1.607
#9SE EU TIVESSE ASAS1.505
#10Próxim Estação1.451
Posição em Romance
#2
#1Bergmann5.773
#2O Deus Apócrifo1.020
#3A Um Sorriso de Distância807
#4Tudo Acaba em Pizza394
#5A Médica Que Me Amava160
#6O Golpista Profissional152
#7Amor ao quadrado150
#8Não se apaixone por mim!147
#9Segredo do Oceano58
#10A Última Volta do Coração53
Descrição Completa
E se Deus não tivesse ido embora? E se Ele apenas tivesse sido silenciado... como tantos outros?
Neste romance arrebatador, Mark Brunkow nos convida a conhecer Calum Silva, um homem de cinquenta anos que já teve fé, mas a viu apodrecer nos púlpitos do medo, nos altares do controle, nas igrejas onde o amor é condicionado. Depois de uma vida de desilusões, Calum encontra duas mulheres tão feridas quanto ele, Lúcia, uma ex-missionária marcada pela opressão religiosa e um casamento sem alma, e Aletéia, uma jovem ateia furiosa que não odeia Deus, mas o que fizeram com Ele.
Juntos, eles não criam uma religião. Criam um refúgio. Um sopro. Um nome para o divino que ainda resiste, Raham, que na língua de Jesus, o aramaico, significa Amor. O Deus Apócrifo, o Deus que não cabe nos livros oficiais, mas sussurra nos corações de quem foi esquecido por eles.
Entre conversas íntimas, evangelhos apócrifos, Deus de Spinoza, perseguições públicas, batismos em rios e o nascimento de uma nova esperança, O Deus Apócrifo é um romance que mistura fé, razão, sarcasmo, compaixão e uma escrita visceral. Um livro para quem crê com os olhos abertos. Para quem já não encontra Deus onde dizem que Ele está..., mas continua procurando.
Este não é um livro sobre religião. É um livro sobre reencontro.
Com lirismo e ousadia, O Deus Apócrifo toca nas feridas mais sensíveis da alma humana: a solidão espiritual, o abuso religioso, o desejo de pertencimento. Mas faz isso sem pregar. Sem impor. A narrativa nos conduz como uma conversa à beira do fogo — ora com humor, ora com lágrimas, sempre com verdade.
Raham é o nome dado àquele Deus que muitos já não ousam mais chamar. O que mora nos becos, nas travestis expulsas de casa, nas mães solteiras cansadas de ouvir sermões, nos ex-drogados que só querem paz. É um romance para quem sabe que a fé não precisa ser cega — pode ser lúcida, pensante e, ainda assim, absolutamente divina.
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