Poemas de pele, língua e linguagem
Dez poemas onde o desejo não pede licença e a linguagem não finge pudor. Entre metáforas botânicas, café frio e lençóis amassados, o corpo vira verso e o verso vira corpo. Erotismo explícito, escrito com precisão e ritmo.
Leitura da obra
Abra o sumário completo ou continue pelo capítulo mais recente.
A capa entra com perspectiva de livro saindo da tela, alinha no hover e abre ampliada no clique.
Mercado da obra
Top acionistas
Quer aparecer aqui?Ainda não há acionistas listados.
PORNOGRAFIA CULTA · APRESENTAÇÃO
Dez poemas onde o desejo não pede licença e a linguagem não finge pudor. Entre metáforas botânicas, café frio e lençóis amassados, o corpo vira verso e o verso vira corpo. Erotismo explícito, escrito com precisão e ritmo.
Ficha editorial, identidade pública e dados técnicos da obra em um só lugar.