Conceito central
A Consolação da Filosofia é organizada como diálogo de cura: Boécio, preso e abatido, recebe da Filosofia um caminho de razão, memória, bem e responsabilidade.
por Eder B. Jr.
Diálogo entre o autor e a Filosofia sobre fortuna, felicidade, mal, providência e liberdade. Clássico preservado com edição livre indicada. Critério de domínio público no Brasil: direitos patrimoniais por vida do autor mais 70 anos, contados de 1º de janeiro do ano seguinte ao f...
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Quer aparecer aqui?A CONSOLAçãO DA FILOSOFIA · APRESENTAÇÃO
Diálogo entre o autor e a Filosofia sobre fortuna, felicidade, mal, providência e liberdade. Clássico preservado com edição livre indicada. Critério de domínio público no Brasil: direitos patrimoniais por vida do autor mais 70 anos, contados de 1º de janeiro do ano seguinte ao f...
Blocos Extras da Apresentação
A Consolação da Filosofia é organizada como diálogo de cura: Boécio, preso e abatido, recebe da Filosofia um caminho de razão, memória, bem e responsabilidade.
Livro I trata da ferida e da visita da Filosofia. Livro II desmonta a Fortuna. Livro III busca a felicidade verdadeira. Livro IV enfrenta mal, justiça e providência. Livro V conclui com presciência e vontade livre.
Os perfis do Aurora funcionam como personagens, personificações e forças filosóficas: Boécio, Filosofia, Fortuna, bens instáveis, bem soberano, providência, fado e vontade livre.
Cada bloco publicado recebeu referência ao perfil e ao eixo dominante, permitindo navegar pelo argumento sem depender apenas da sequência longa dos livros.
A alternância entre poesia e prosa transforma doutrina em experiência de leitura. O canto abre feridas, prepara pausas e ajuda a fixar o argumento.
O livro desloca Boécio da perda exterior para a pergunta pelo bem que não depende da roda da Fortuna, depois examina a ordem divina e a liberdade humana.
A criação está publicada como tradução/adaptação editorial Literunico em português, baseada em material de domínio público, com texto completo em 38 blocos.
As imagens são manuscritos, impressos antigos e materiais históricos relacionados a Boécio e à tradição da Consolação, com fonte pública e crédito visível.

Começa derrotado por perda política, prisão e ameaça de morte, até aceitar exame racional da própria dor.

Entra na prisão, afasta as Musas do lamento e conduz Boécio por perguntas, remédios, canto e argumento.

Aparecem no início como companhia da dor e como risco de fazer do sofrimento uma morada.

Expõe instabilidade de cargo, riqueza, honra e poder, lembrando que dá e retira seus favores.

Transforma a conversa em diagnóstico: pergunta, ferida, lembrança, prova e remédio.

Reúne promessas exteriores que parecem felicidade e se desfazem quando examinadas.

Abertura dramática em que Boécio deixa o pranto bruto e entra no tratamento racional.

Eixo em que a Filosofia mostra que a Fortuna apenas retirou aquilo que nunca prometeu conservar.

Mapa dos objetos desejados que parecem felicidade enquanto ficam isolados do bem inteiro.

Eixo em que a busca dos bens humanos converge para uma fonte única de perfeição.
Ficha editorial, identidade pública e dados técnicos da obra em um só lugar.