Era uma vez uma guria
Que tinha cara de boneca
Aparência de santinha
Mas era muito sapeca
Na escola quietinha
Fingindo prestar atenção
Ninguém percebia um
Bilhetinho na sua mão
Na hora do almoço
Dizia que comia tudinho
Ninguém via que quem
Comia era o cachorrinho
A noite deitada na cama
Parecia que dormia
Mas sempre ficava brincando
E ninguém percebia
Publicado originalmente na e-Revista Literúnico em 10/10/2024. A página antiga registra a data sem horário.