Recomeço
Aprisionado é o vento que dentro do meu peito
Ecoa uma devastação
Um letreiro mental pisca cheio de filosofia:
Não existe consentimento na ausência
E há silêncios que são feito gritos na alma
Ninguém vê, ninguém ouve
No fim do dia, todos dormem
Pela manhã não morri de novo
Antes de desaparecer
Decidi existir:
A partir de hoje
Meu nome é voz
Publicado originalmente na e-Revista Literúnico em 20/08/2024. A página antiga registra a data sem horário.