Assisto labaredas desenhando curvas no ar
Línguas de fogo sussurram-me os segredos das fagulhas que dançam sobre paixões reacesas
A pele incendiária exibe o ardor das marcas rubras forjadas pelos seus dedos
Rogo para que tudo que há de combustível pegue fogo e que tudo o que for líquido escorra.
Publicado originalmente na e-Revista Literúnico em 18/10/2024. A página antiga registra a data sem horário.