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@tibianchini 1 year ago
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HELP ME CHOOSE A NAME FOR THIS POEM #Desafio 365 Days (026, 365) There was a little love on the sidewalk; I put it down and I caught it, and I kept it, Because, maybe it could be of more benefit later. No, I'm not coming home anymore. I'm tired of being at the starting point. How can we throw it away, day after day, All the steps we've taken? I'm going ahead today. I'll move on without following anyone. Today I'll walk slowly ♪ I'll wander ♪ I'll eat it. When did our lives become flies? Where the wings of butterflies were lost, So calm and light? On what corner life became Speedy rasante of the stick? Ah! Today I noticed a love boy Forgotten in the corner of the sidewalk, Without roots or fruits; I crossed your dreams like a specter, Not knowing it would hurt you. Our eyes only look out. Today there was a little love Asking for sunbeams in the rain. I wasn't afraid of the predators around him, But I knew it would burn to death. But today may have been yesterday or in the past, I don't know; Life stopped walking like the big hand. The small pointer now turns around like a helicopter propeller. And the big pointer has already gone digital, like life. In the past life there was a little love On streets that no longer exist Spelling the birds with difficulty. Melody in Cantabile walking, for which There's no rush or broadband. When did we stop blinking? Between one smile and another? When was That the trees stopped giving shadows, That the stars have stopped giving us desires, That life stopped giving us the chance? I'm still waiting, On the bend, in the rain, on the sidewalk. ♪ Little love that I am, I see other me pass ♪ Crossing my past like spectra of joy. Full speed ahead.
Automatically translated from Portuguese.
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ME AJUDEM A ESCOLHER UM NOME PARA ESTE POEMA #Desafio 365 Dias (026 de 365) Havia um amor miúdo no passeio; Eu abaixei e o peguei, e o guardei, Porque, talvez pudesse ser de proveito mais pra logo. Não; não volto mais pra casa. Cansei de estar sempre no ponto de partida. Como podemos jogar fora, dia após dia, Todos os passos que demos? Hoje vou em frente. Vou seguir adiante sem seguir ninguém. Hoje vou andar devagar Vou vagar deandar Vou devoar. Quando foi que nossas vidas viraram moscas? Onde ficaram perdidos os bateres de asas de borboletas, Tão calmos e de pouca ligeireza? Em que esquina a vida passou a ser rasante veloz de varejeira? Ah! Hoje eu reparei num amor miúdo Esquecido no canto da calçada, Sem raízes nem frutos; Atravessei seus sonhos como um espectro, Sem saber que lhe fazia mal. Nosso olhar só sabe olhar pra fora. Hoje havia um amor miúdo Pedindo esmolas de raios de sol em plena chuva. Não tinha medo dos predadores que o cercavam, Mas sabia que iria arder em febre até perecer. Mas hoje pode ter sido ontem ou na vida passada, não sei; A vida parou de andar como o ponteiro grande. O ponteiro pequeno agora dá voltas como uma hélice de helicóptero. E o ponteiro grande já virou digital, como a vida. Na vida passada havia um amor miúdo Em ruas que já não existem mais Soletrando com dificuldade os pios das aves. Melodia em andante Cantabile, para a qual Não há pressa nem banda larga. Quando foi que deixamos de piscar Entre um sorriso e outro? Quando foi Que as árvores pararam de dar sombras, Que as estrelas pararam de nos dar desejos, Que a vida parou de nos dar chances? Ainda estou esperando, Na curva, na chuva, na calçada. Amor miúdo que sou, vejo outros eus passarem Atravessando meu passado como espectros de alegria. A toda velocidade.

Replies (1)

@MarU · 1 year ago
If I, as a reader, ask you about this poem, I will ask you about the poem of “Kid Love”. I love it, by the way!
Automatically translated from Portuguese.
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Se eu, como leitora, for te perguntar sobre este poema, perguntarei sobre o poema do “Amor miúdo”. Adorei, by the way! 🥰👏👏👏

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