@literunico
há 1 ano
Público
O Amor brota como um paradoxo,
Como fogo que queima e nunca se vê,
É a estranha condição sem um diagnóstico
É tudo que se quer do será que pode ser
Na ausência que ele se faz mais próximo,
Um silêncio intenso, o barulho sem fim,
É a dança solitária, o não ortodoxo
A resposta que confunde à espera do sim
Ele é o riso que desarma, que se disfarça,
Um olhar que fala mais que a palavra
É o abraço que envolve, o tempo que passa
A memória que finca, no peito se crava
Na simplicidade do momento ele se revela,
No gesto pequeno, na palavra não dita,
O Amor é ridículo, na carta que sela,
Se faz faz poesia, mas não se limita.
Eder B. Jr.
Comentários (0)
Sem comentários ainda.
Entre para comentar.