@purapoesia
há 1 ano
Público
Ponto sem Nós
humanidade, um pulso
na canção das estrelas
uma ínfima reticência
no obsidiano cosmo
o calor que sinto
o corpo o qual amo
a refeição por qual salivo
a brisa assanhadora
a maresia inebriante
a conversa passarinhal
o anil, a pérola, o fogo
tudo tão belo
mas nada será
além dum ponto
numa costura sem fim.
Comentários (1)
@tibianchini
· há 1 ano
Que belo poema! Me lembrou de um que havia feito... Vou postá-lo.
(Mas, saiba: o seu é infinitamente melhor...)
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