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@tiagoandreatto há 1 ano
Público
Sonhos… Estilhaços num canto da sala Remendos de uma nota que não se cala Enquanto o joelho rala e fala Um elo… Entre o belo e o ousado E as sobras do vento passado Loucura e desassossego Enquanto o portão segue escancarado Na ilha… Segue-se de fila em fila Paradeiros que não se encontram na trilha Não importando a ferocidade do quarto de milha Um túmulo… Um cúmulo do orgulho O qual não se compartilha o entulho Mas na partilha se ouve o barulho E como ouve, Comove, Se move, Me move Renova os sentidos Sentindo na pele Feito flocos de neve Tão leve… E tão pesado, encharca Sonhos… Um poça inundada num canto da sala Um grilo, um grito, um grifo Um risco que brilha no escuro e alarma >> Alarme Intermitente

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