@bruno
há 6 meses
Público
Como Papai Noel chegou aqui, neste perfil que fala sobre ficção científica? Bom, primeiramente devo concordar que um Papai Noel monge, com habilidades “mônjicas” e um soco envolto em uma espécie de magia interior, soa como fantasia. Pois bem, dito isso, eu consegui encontrar neste livro ficção científica — tanto literária quanto literal. Eu explico.
A ficção científica não é apenas robôs, alienígenas e naves espaciais; ela também é crítica, especulação e exercício de pensamento. É ter a mente afiada. E isso faz todo sentido neste livro. Hiory, o Papai Noel, questiona tudo — inclusive a si próprio. Além disso, a obra trabalha a ideia de sermos quem somos, e não apenas aquilo para o qual fomos forjados. Um tema clássico das distopias.
Somado a tudo isso, o livro ainda carrega a ficção científica em seu sentido mais literal, com tecnologias que parecem magia de tão avançadas — como bem disse Arthur C. Clarke: “Qualquer tecnologia suficientemente avançada é indistinguível da magia.”
Se você quer ler algo diferente, misturando anime, fantasia e ficção científica… vá com tudo nesse trenó!
Livro: Ludouz, o punho do papai Noel - @brunobfernando
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