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@tiagoandreatto há 11 meses
Público
Às vezes me sinto o reflexo de uma geração… perdida! Que ousou sonhar e até chegou a acreditar Mas esbarrou nas oportunidades escassas Tenho a impressão que sempre nos olharam… como patinhos feios! Foram forjados no sacrifício e nunca entenderam bem Essa coisa de ter esperança Aos poucos fomos contaminados e sugados… sem imunidade parlamentar! Julgaram-nos até a alma, só pra cantarem vitória Diante da massa arrendada e falida O mundo andou doente por estes dias e a cura… Omissa! Foi uma comunhão de vistas grossas e raiz grossa Que o amargor dava pra sentir na derme Mas seria grosseria dizer que ainda é assim E que o novo tem tudo e mal sabe como chegar no fim Perdidos éramos nós, mas nunca fomos os que não cantavam alecrim

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