@robsonmachado
hĂĄ 1 ano
PĂșblico
Toques đ (27/05/25 - 01:15)
Hoje vocĂȘ quer me fazer assistir...
Me deixa sentado de frente da cama...
NĂŁo posso toca-lĂĄ...
NĂŁo posso me tocar...
Apenas assistir.
EntĂŁo desliza seus dedos,
Como brisa indecente
Sobre a sua pele morena
Em brasas acesas.
Cada curva do seu corpo
Ă um convite ao pecado.
NĂŁo sei como vou resistir a isso.
Seus dedos tateiam o seu rosto,
Acariciam os seus lĂĄbios...
Carnudos...
Sedentos...
Que imploram por beijos,
Ou por serem devorados.
Apenas para me provocar ainda mais.
Com os dedos atrevidos,
Desce...
Dançam nos seios...
Provocam os bicos,
E eles se erguem,
Em resposta,
Como pequenos sĂłis famintos por carĂcias mais ousadas.
A visĂŁo me deixa rĂgido...
NĂŁo me movo,
Mas meu olhar Ă© fixo em vocĂȘ.
Seu ventre desperta.
A umidade anuncia:
HĂĄ uma festa secreta acontecendo entre as coxas.
Seus dedos,
Sem pressa,
Traçam o mapa da perdição...
Chegam ao monte de VĂȘnus,
GuardiĂŁo de um vulcĂŁo em silĂȘncio...
Quase dormindo...
Quase em fĂșria.
Mas eu sei bem o que acontece entra em erupção.
Ali, seus dedos hesitam.
Cheiram o cio,
Que nĂŁo Ă© enxofre,
Ă a essĂȘncia de fĂȘmea no ĂĄpice.
Perfume que atiça
A libido até dos deuses....
Imagina entĂŁo a minha,
Um mero mortal e devoto seu...
EntĂŁo sem mais se conter,
Seus dedos mergulham.
Adentram seu interior com vigor...
E dentro da fenda,
HĂĄ um manancial oculto:
Néctar denso...
TranslĂșcido...
De gosto divino e selvagem.
Meu sabor favorito.
Cada movimento,
Um tremor.
Cada toque,
Um abalo.
E quando a erupção vem,
Ă o corpo todo que grita
E depois silencia,
Em paz e em brasa.
Mas a fome nĂŁo cessa.
O coração dispara.
A boca geme.
E o corpo clama nĂŁo por dedos,
Mas por carne viva...
Pulsando...
Entrando...
Reacendendo o vulcĂŁo.
Tudo por causa do toque que ousou explorar
O lugar mais sagrado onde habita o prazer.
Me olha com olhar de quem implora...
E eu me levanto...
Chega de ver...
Agora Ă© hora de participar...
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