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@literunico há 9 meses
Público
#Dia 340 Pujança Ergue-se altiva, de músculos tensos, De onde a seiva da terra transborda. Pujança não teme os imensos Faz da fúria do mundo sua orda. Nos veios da carne, há lava contida, Não explode, mas consome a frio. É força que tange mas não é vencida, É mar que alaga ao alcançar o rio. De olhos fechados, ela antevê O desabrochar de toda semente. Pujança não grita, espera crescer O que o tempo não acha sequer pertinente. Ela é mais que vigor ou destreza: É poder ser sem precisar provar. É flor em rocha, é sutileza, É o sopro que derruba, a devastar. Eder B. Jr.

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