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@tibianchini hĂĄ 1 ano
PĂșblico
Cavalgada 🅧🅧🅧 (Pra nĂŁo perder o jeito - se Ă© que jĂĄ nĂŁo perdi...) Deitado, lendo um livro. Apareces na porta, sorriso maroto. Chemise semi-transparente sobre os ombros Tentando ajudar as rendas negras A esconder o escĂąndalo que Ă© o teu corpo. A chemise saindo corpo, vai para a ponta dos dedos. VocĂȘ a gira sobre a cabeça, e joga em mim. Fechou o livro e aproveito a vista: A visĂŁo do paraĂ­so que sei ser meu. *Vem cĂĄ, meu bem, quero te contar uma coisinha...* VocĂȘ vem - dois passos. Sorriso sapeca. Dois polegares entre a pele e a renda da calcinha, Descendo, descendo, a cada passo. A calcinha na ponta dos dedos, Girando sobre a cabeça, Voando atĂ© o meu rosto. Seu cheiro. Molhada. Deliciosa. Descubro o meu rosto, e me descubro em brasa: Algo se move dentro da minha peça Ă­ntima. Crescendo, crescendo, a cada passo. *Vem, meu bem, quero cochichar no seu ouvido* *Tudo o que pretendo fazer com vocĂȘ... * VocĂȘ nota o volume se expandindo, E entende que aquela peça jĂĄ estĂĄ apertada demais. Puxa para baixo, seus olhos me encarando, O sorriso ainda preenchendo os seus lĂĄbios Mas, agora, disputando espaço Com algo maior, mais quente e mais intenso. *Isso. DelĂ­cia. Beija. Lambe* Mas nem preciso dizer, vocĂȘ Ă© mestra. Especialista em me levar Ă  loucura, Me olhando entre os cabelos desarrumados. *Vem mais pertinho, Amor, que eu te conto* * o que tĂĄ passando pela minha cabeça.* A cueca, nas pontas dos seus dedos, Gira sobre a cabeça e voa pra longe. Te puxo pra perto. *Senta aqui, senta...* VocĂȘ apoia as mĂŁos no meu peito. O livro estĂĄ jogado ao lado da cama, Observando seu quadril procurando o encaixe. E quando encaixa... Ah!... Peças perfeitas! Um gemido, um grito, cabeça para trĂĄs. Minhas mĂŁos seguram sua cintura, Ajudando e regendo o movimento. O sutiĂŁ, na ponta dos seus dedos, Girando sobre a cabeça, Voa, nem sei pra onde: No meu rosto, apenas dois seios suados. *Mais, poeta, mais!*, vocĂȘ sussurra, Rouca, olhos nos meus Provocando e devorando meus pensamentos. *Vem cĂĄ, seu puto, deixa eu te cochichar de novo.* Eu sou poeta. Teu corpo Ă© verso. Uma cavala que cavalga e chama. Arfa, sobe, desce, geme, grita. Crava as unhas no meu peito e os olhos na minha alma. O juĂ­zo, na ponta dos dedos, Girando sobre a cabeça, voa longe; Teu gozo vem como um frenesi incontrolĂĄvel, Em teu cavalgar intenso e galopante. *Ah, poeta, me mata, me inunda!* VocĂȘ se deita no meu peito jĂĄ arranhado Suando, arfando, buscando o ar e os sentidos. Corpo amolece, sussurros que conversam: *– Porra, poeta, vocĂȘ me pegou de jeito.* *– Que striptease! Adoro quando vocĂȘ faz isso.* *– VocĂȘ me tira do sĂ©rio, eu nĂŁo resisto.* *– Quero ser teu pra sempre.* *– Te amo. Cada vez mais...* (O livro? Depois eu compro outro...)

Respostas (1)

@JuNaiane · hå 1 ano
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