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@MultiuniversoFK há 3 meses
Público
Poema disponível na Liga dos Sete - Facebook. Acides Nem tudo que os olhos veem São ouro Nem tudo que toca, reluz A chuva ácida, queima o que vem Doce e encantadora acides De encontro com a pele Nada sobra no final Se tem um beijo encantador e maravilho Gosto que leva ao céu e a terra em questão de minutos Nem os prédios se resistem com ela As esculturas, se ajoelham Para apreciar, tamanha força que se possui O céu se tem segredos Com uma pitada de maravilhas Os olhos veem chuva Mais nem tudo que se vê, pode acreditar Até os indomáveis Se abaixam, pelo que vem Ninguém ousa ir contra Aprecie com cuidado, ela pode lhe levar Não tem como resistir Nem os prédios, as esculturas São imunes ao que pode acontecer Suas pitadas de maravilhas são perigosamente atrativas Nem tudo que se toca, ira reluzir Como nem tudo que olhar, será ouro A chuva vem, mais ninguém pode prever se a acidades leva virá Com seu charme, incrivelmente irresistível, um fenômeno que sempre impressiona Franthesca Kally

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