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#fel

Postagens públicas e visíveis que usam esta marca. Boa para capítulos, diários de criação, séries e publicações em andamento.
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@marcella-albuquerque há 2 meses
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@marcellaalbuq.autora: Feliz dia das mães! ❤️ #hospedeiradocaos #felizdiadasmaēs #maesliterarias https://www.threads.com/@marcellaalbuq.autora/post/DYLGSM3iVdp
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@aleituracria há 3 meses
Público
🐰 Uma Páscoa "King size" para você! "Dizem que o tempo é uma roda, e que tudo o que se vai, acaba voltando. Às vezes, o que volta do jardim não são apenas ovos de chocolate escondidos sob as samambaias... Nesta Páscoa, espero que os seus medos permaneçam enterrados em um cemitério bem distante e que a única coisa a bater na sua porta seja a esperança (e talvez um coelho de olhos brilhantes, mas ignore se ele parecer humano demais). Que o seu dia seja doce como um chá no Maine, mas sem as reviravoltas de Derry. Lembre-se: o chocolate é o único feitiço capaz de iluminar até o hotel mais sombrio da mente. Feliz Páscoa! Aproveite cada pedaço... antes que as luzes comecem a piscar." #páscoa2026 #felizpascoa🐰 #stephenking #clubestephenkingsverse
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@novidadesliterunico há 8 meses
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Poeta português do fim do século XIX, José Duro escreveu com a alma de quem sabia que o tempo lhe seria breve. Em Fel, sua obra mais marcante, transformou a dor, a doença e o desencanto em poesia pura e lúcida. Sua voz é melancólica, mas profundamente humana — um eco de sensibilidade que atravessa o tempo. fel: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1363">Aqui!</a> #Literunico #AutorDoDia #JoséDuro #PoesiaPortuguesa #Simbolismo #Clássicos #Fel #Literatura
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@tibianchini há 1 ano
Público
À noite todos os gatos são pardos Vi hoje que o tema era #Felino... E lembrei-me da primeira redação que fiz na escola, aos 11 anos. Ela ganhou elogios de todos os professores, e foi ali que percebi que tinha habilidade para escrever (e que queria ser escritor um dia). O tema da redação era "Medo" e o título era sugerido pelo livro didático. Espero que relevem erros pueris e a superficialidade de um garoto de 11 anos da década de 80... À noite todos os gatos são pardos  Eu estava andando à toa pelas ruas da cidade naquela noite fria e assustadora, que a fraca luz da Lua e a precária iluminação dos postes tentavam disfarçar. Eu tremia. Decidi que era hora de voltar para casa. A noite, porém, me convidava inevitavelmente a andar mais um pouco. Mas foi resistindo que cheguei em casa. Meus pais haviam ido a uma festa, e minha irmã, como todas as noites de sexta-feira, tinha pêgo um cineminha com o, ou um de seus namorados. Estava sozinho. Deitei-me na cama, olhei prô quadro que geralmente fica à minha frente e percebi que a paisagem refletia um campo verde cheio de árvores. Isso me fez lembrar: havia feito um lindo dia àquela manhã! O quadro, que aliás brilhava sobre a luz que vinha da rua, me aborrecia cada vez mais. Prá estragar de vez, começou a chover. E a chuva que caía insistentemente empurrava ainda mais o mormaço para dentro de meu quarto. Apaguei a luz e tentei dormir. Virei prum lado, prô outro, de bruços, de barriga prá cima...e nada. De repente, quando eu olho para a frente, eu vejo...dois olhos!!! Gelei. Dois olhos que brilhavam como dois diamantes na noite e nada mais eu via. Mas, num estrondo, vi algo ainda mais assustador: um corpo escondido por um véu!!! Sim, um corpo pequeno coberto por um véu ou coisa parecida que ficava perto do interruptor da luz. Pensei: "Quem sabe se eu levantar, acender a luz e poder ver nitidamente aquilo que me mete medo, talvez eu possa encarar numa boa". Tá bom. E cadê coragem de chegar até o interruptor, com aquele ser a guardá-lo? Eu estava apavorado. Nunca em minha vida pensei em ter "contatos imediatos de primeiro grau" com um OVNI que eu nem sabia o que era. Aqueles olhos piscavam e olhavam friamente para mim. Aquele ser se mexia de tal forma a me impressionar. Num relâmpago, gritei: abri os olhos. Abri e vi uma espécie de janela de luz à minha frente, na parede. Uma janela que eu nunca tinha visto antes que dava para um outro mundo e prá lá dela eu não via nada; só uma luz muito forte. Aterrorizado, era assim que eu estava. Os olhos, o corpo, a janela, a luz, a luz... Sim, a luz! Claro! A luz da janela!!! Criei coragem, levantei-me da cama, cheguei até o interruptor e acendi a luz. Acendi e dei risada da besteira que minha cabeça havia inventado: o tal corpo era somente uma toalha branca que eu deixo sempre na maçaneta da porta, e, sendo esta redonda, assemelhava-se realmente com um corpo. A tal janela era o quadro do campo que, refletindo a luz que vinha da rua, pela janela, brilhava, e os olhos... bem, os olhos eram realmente olhos. Olhos de um gato, preto ou pardo, que fugiu, pulando a janela, logo após eu ter acendido a luz...
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@literunico há 5 anos
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O Real Milagre Que milagre que é esse? De carregar em seu ventre Mas mais que isso, dar a vida A sua própria por outra acima. Que milagre que é esse? De pra sempre ser presente Junto ou ausente, estar na mente E pra sempre ser sentida Milagre da maternidade De uma insana santidade De uma cruel realidade De um amor de eternidade Pois toda mãe faz seu milagre Seja em qualquer idade Sempre fica uma vontade De matar toda saudade Do milagre do presente De um passado que nos lembre Daquilo tudo que se aprende Que só uma mãe entende. @[100063464780171:2048:Eder B. Jr.] #felizdiadasmaes #mamaequerida Referências originais: Facebook: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=3914018595354621 Export: facebook-algumaspoesias-19_5_2026-8zX610Ht.zip Data original: 2021-05-09 01:45:48
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