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#poemadodia

Postagens públicas e visíveis que usam esta marca. Boa para capítulos, diários de criação, séries e publicações em andamento.
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@MiguelSoares há 1 ano
Público
Quando vem o adeus Quando vem o amor, ele facilita o nosso ambiente. Amamos nossa alma com salubridade. Quando vem o amor, nos próximos anos estaremos noivos ou quase casados. Quando vem o adeus, a saudade aflige o coração com angústia e indecisão. Quando vem o adeus, o amor se torna escassez dentro da confusão mental. Quando vem o adeus, ele vem do próprio amor, vem dos outros passados. Nos primeiros dias depois, passamos fome — de consciência. Miguel Soares #poemadodia
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@JuNaiane · há 1 ano
Lindo
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@MiguelSoares há 1 ano
Público
Quando amei Tereza A primeira vez que amei Tereza, escrevi muitos poemas: Ah, Tereza! amo-te aos serenos ombros de jasmim, são os teus ombros de jasmim que em mim trazem leveza. A segunda vez que amei Tereza, nos tocamos como a areia toca a praia: Ah, Tereza! com o toque dos nossos céus, me esqueci do que era tristeza. A terceira vez que amei Tereza, depois de um tempo, com delicadeza, um adeus de Tereza surgiu quando eu ainda acreditava que em seu amor havia pureza, liberdade e certeza: Ah, Tereza! ilusão tão eloquente traz câimbra ao meu coração — cruel proeza. Miguel Soares #poemadodia
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@JuNaiane · há 1 ano
Amei ❤️
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@MiguelSoares há 1 ano
Público
O Papel Amigo Quando aprendemos a escrever, o papel se torna o nosso primeiro amigo. Crescemos, e ele vira um confidente. Afinal, quando nos apaixonamos, escrevemos os detalhes da pessoa — como conhecemos um amor ou uma amizade. Desabafamos sobre o cotidiano, as situações da vida, as alegrias e as dores. Tudo isso no papel amigo. Quando envelhecemos, o papel amigo também envelhece. Afinal, ele é um amigo de infância. Sabe dos nossos traumas, de todas as dores e mágoas, mas também conhece nossa felicidade e conquistas. Guarda o primeiro amor — e o eterno. Esse é o meu papel amigo: aquele que sempre me ouviu em silêncio. Miguel Soares #poemadodia
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@MiguelSoares há 1 ano
Público
Um fim de tarde Sempre que chega o fim da tarde as casas se recolhem. Algumas mais cedo, outras mais tarde. O relógio da tarde no interior é o adeus do sol. Vai-se cedo — às vezes, pois senão, as casas não se recolhem. Os sábios não são os que falam bonito, mas quem ama a simplicidade que é o fim desta tarde. Miguel Soares #poemadodia
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@MarU · há 1 ano
Achei lindo seu texto, Miguel! Sou uma pessoa, que vê ouro em hábitos simples, mas estou muito longe de me ver como sabia. Talvez, como sabiá o pássaro. 🙃❤️
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