Algumas histórias continuam mesmo depois da última despedida... E se a morte não fosse o fim de tudo? Minha Vida com Fantasmas é um romance sobre amor, perdas, família, amizade e esperança. Uma história que emociona, faz refletir e nos lembra que alguns laços são fortes demais para serem rompidos. ✨ E-book disponível na Amazon, inclusive para assinantes do Kindle Unlimited. Prefere o livro físico? É só me enviar uma mensagem no direct (ou inbox).
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@deives.ferraz:
Páreo duro, hein?! 樂
Muita gente confunde. Sereia é mito europeu, canta para atrair. Iara é guardiã brasileira, sai do rio à noite e não deixa rastro.
Em Encruzilhada: Corpos Flutuantes eu transformei essa diferença em caso policial.
Qual você acha mais perigosa?
Se você ama thriller nacional com folclore, salva esse post para descobrir a diferença e envia para aquele amigo que ainda fala “são sereias”.
Livro físico e digital disponível, link na bio.
Páreo duro, hein?! 樂
Muita gente confunde. Sereia é mito europeu, canta para atrair. Iara é guardiã brasileira, sai do rio à noite e não deixa rastro.
Em Encruzilhada: Corpos Flutuantes eu transformei essa diferença em caso policial.
Qual você acha mais perigosa?
Se você ama thriller nacional com folclore, salva esse post para descobrir a diferença e envia para aquele amigo que ainda fala “são sereias”.
Livro físico e digital disponível, link na bio.
Publiquei Depois do Décimo Segundo.
Passei alguns dias com Marina ocupando mais espaço do que eu tinha planejado. Ela entrou pela livraria, subiu para o décimo segundo, foi para Paraty e, quando percebi, já estava discutindo com todo mundo: com Caio, com Ernesto, comigo.
Eu comecei achando que era uma história sobre desejo. Ainda é. Mas no meio apareceu outra coisa: o cansaço de ter que explicar onde termina uma cena e onde começa uma permissão.
Tem sexo. Tem hotel. Tem estrada. Tem uma câmera que nunca é só uma câmera.
E tem uma pergunta que ficou comigo depois do fim: quando uma mulher escreve o próprio desejo, quem se acha autorizado a revisar?
Vou gostar de saber por onde vocês entram nessa história.
Passei alguns dias com Marina ocupando mais espaço do que eu tinha planejado. Ela entrou pela livraria, subiu para o décimo segundo, foi para Paraty e, quando percebi, já estava discutindo com todo mundo: com Caio, com Ernesto, comigo.
Eu comecei achando que era uma história sobre desejo. Ainda é. Mas no meio apareceu outra coisa: o cansaço de ter que explicar onde termina uma cena e onde começa uma permissão.
Tem sexo. Tem hotel. Tem estrada. Tem uma câmera que nunca é só uma câmera.
E tem uma pergunta que ficou comigo depois do fim: quando uma mulher escreve o próprio desejo, quem se acha autorizado a revisar?
Vou gostar de saber por onde vocês entram nessa história.