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#Desafio dos 365 dias, dia 35:
Conheça Jaciara.
Nascida no Amazonas, Jaciara mudou-se para São Paulo no final da adolescência, sozinha. Ela não fala da família ou do passado que abandonou no antigo estado com ninguém, apenas que não era mais seguro morar lá - mesmo considerando que a nova cidade é reconhecida como uma das mais perigosas do país.
Jaciara aparenta ser fechada, mas é apenas uma pessoa que prefere ouvir do que falar, reservando sua bela voz para os que confia ou quando necessário. Tem um coração que vai rápido à amizade, mas ainda mais rápido à ira.
Em sua casa, costuma cantar baixinho aos pássaros que pousam nos fios e telhas, se esforçando para que ninguém a ouça.
Foi ela quem entrevistou Valmiro, e resolveu que ele merecia uma chance, assim como ela recebeu do antigo chef.
#MuitoSangueEPoucoAlho #Serie #EmBreve
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#Desafio dos 365 dias, dia 34:
Conheça Raul.
O jovem chef Raul Esteves encontrou no Gli Altri, um restaurante de cozinha italiana na Moóca, espaço para crescer. O dono do restaurante era um amigo da família e ofereceu a Raul um emprego lavando pratos quando ele tinha apenas 17 anos.
Trabalhando no restaurante, Raul se apaixonou pela cozinha e decidiu estudar Gastronomia. Foram anos de estudo e trabalho pesado até receber o cargo de chef no restaurante que era sua segunda casa. E ele sempre foi grato ao patrão por entender sua condição de saúde, que o impedia de trabalhar praticamente uma vez por mês.
Quando não está no restaurante, Raul está na academia ou correndo em algum parque ouvindo trilhas sonoras de filmes animados. Sua profissão, porém, sempre o impediu de ter uma vida social ativa, e as piadas de que o chef seria um eterno solteirão eram comuns entre os amigos.
Mas agora ele está retornando ao trabalho depois de três noites fora, e vai conhecer o novo ajudante, Valmiro.
#MuitoSangueEPoucoAlho #Serie #embreve
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#Desafio dos 365 dias, dia 33:
Conheça Valmiro.
Um vampiro que não pertence e nunca pertenceu a nobreza. Transformado no início dos anos 90, não conseguiu acumular nenhuma riqueza, nem se acostumar com a "vida" de vampiro que, segundo as histórias deveria ser de sedução e poder. Mas como ele conseguiria seduzir alguém se não conseguia se ver para se arrumar? Foi mais de uma década entre o fim da popularidade do grunge e o surgimento das câmeras digitais baratas.
Ele não ligava para isso. Sentia falta mesmo é de um bom churrasco com muito pão de alho.
Mas a "vida" de Valmiro vai mudar ao começar a trabalhar em um restaurante e conhecer o Chef Raul...
(obs.: que os deuses abençoem o picrew)
#MuitoSangueEPoucoAlho #Serie #EmBreve
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#Desafio dos 365 dias, dia 32:
A história que, até agora era chamada apenas de "Valmiro, o vampiro" recebeu um novo nome:
Muito sangue e pouco alho
(Embora ainda exista uma parte de mim que quer usar "O Vampiro da linha vermelha" como título)
Nós próximos dias vocês vão conhecer os personagens principais da história. E até o final da semana postarei o primeiro capítulo.
E aí, gostou do título?
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#Desafio dos 365 dias, dia 31:
No último post, trouxe os primeiros parágrafos do que será minha primeira série aqui no Literunico. Quis escrever sobre vampiros porque odeio vampiros.
Por isso fiz um vampiro sem todas as coisas que não gosto nos vampiros clássicos. Valmiro não é um conde ou lorde, Rico e poderoso. Não é um grande sedutor nem uma máquina de matar sedenta por sangue.
Valmiro mora na Zona Leste de São Paulo, tem que trabalhar, e odeia ser vampiro porque sente saudade de comer pão de alho. E mesmo assim, vai descobrir que uma vida eterna vale a pena ser vivida.
Você gostaria de ler essa história?
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#Desafio dos 365 dias, dia 30:
O som do despertador é ainda mais insuportável quando você é um imortal. Enquanto mortal você pode sonhar em uma aposentadoria sem a existência de um ruído infernal te lembrando que precisar trabalhar e pagar contas. Ou pode sonhar com a morte e um doce descanso eterno. Mas Valmiro descobriu, ao se tornar vampiro, que essas pequenas vontades são mais preciosas do que muitos pensam. Por isso tocou os dedos frios no celular e desligou o alarme que tocava às seis e meia da tarde e se levantou para trabalhar.
Esticou as costas doloridas enquanto saia do caixão improvisado - uma caixa feita com madeira reutilizada de paletes - e caminhava até o banheiro. Lavou o rosto com a água que tinha deixado na bacia ao chegar em casa de madrugada, depois pegou uma toalha e limpou o corpo. Encheu de novo a bacia com cuidado e a deixou ao lado da pia.
Encarou o rosto pálido e os olhos castanho-avermelhados (ou seriam vermelho-acastanhados?) usando a câmera do celular e agradeceu a qualquer deus, demônio ou entidade que cuidasse dos vampiros por sua barba não crescer e ele não precisar raspar, já que ia trabalhar em um restaurante.
(...)
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#Desafio dos 365 dias, dia 29:
No posto do dia 28, mencionei um projeto engavetado, chamado "Sem gelo, por favor".
Essa foi minha primeira tentativa de escrever algo maior que um conto que não fosse alta fantasia. Era um romance. Comecei essa história antes de um noivado de dois anos terminar. Escrevi essa história como um grito de várias partes minhas: do bissexual que não podia se assumir porque estava em um relacionamento ruim, do gordo cansado de julgarem seu corpo, do escritor que desejava demais ter algo mágico no mundo.
Essa seria a história de Baltazar, um homem gordo bissexual, se recuperando de eventos traumáticos e tentando seguir a vida e lidar com as forças sobrenaturais que existem em sua casa.
Porque, nessa história, os fantasmas não são apenas metáforas.
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#Desafio dos 365 dias, dia 28:
Eu quero tomar esse espaço para me comprometer com algumas coisas por aqui:
- Eu vou terminar o livro "Sem gelo, por favor" que está na gaveta a muito tempo, e espero usar esse espaço para isso
- Eu vou escrever contos sobre como é o dia a dia em um mundo fantástico, como fiz em Caramelo, e postar aqui
- Eu quero postar uma série que será exclusiva nesse espaço, postando os capítulos semanalmente aqui por um preço simbólico.
Eu quero ter tudo isso correndo bem quando fizer a postagem do dia 280. Me desejem sorte.
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#Desafio dos 365 dias, dia 27:
O suspiro sai longo do pulmão, em alívio, e o encosto da cadeira é usado pela primeira vez em horas. Um longo gole do refrigerante gelado e seus olhos analisam cada jogador: a sensação de alívio e a consciência de que escaparam por pouco é unânime. Eles limparam a caverna, mas dois dos personagens estão com um ponto de vida, todos os conjuradores não têm espaços de magia e a última poção foi usada para impedir que Paula, a paladina, morresse.
一 E agora, o que vocês fazem? – você pergunta, já puxando as informações da cidade de onde o grupo partiu.
一 Agora a gente volta pra Capital – diz o Magal, o mago. – Devolvemos esse artefato e recolhemos a recompensa.
一 E aí, taverna! – diz Bárbara Barbosa, a bárbara, e você ri, preparando sua voz para interpretar seu taverneiro favorito.
一 Vocês estão malucos? – pergunta Cléber, o clérigo, e o seu mundo para por um momento, pressentindo o perigo e o caos. – A gente tá só o pó da rabiola, sem poção, sem magia…
一 Verdade – diz Paula, a paladina, – mestre, nesse mapa que você mostrou, tem uma cidade mais perto né? Vamos para lá
Seu coração afunda, porque você não preparou essa cidade além do nome e de algumas informações básicas…
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#Desafio dos 365 dias, dia 26:
O que faz do aventureiro um herói?
Luca sabia, quando acordou salvo por um milagre do naufrágio, que o mundo não costuma dar segundas chances aos pilantras. Por isso ele resolveu fazer a sua valer e ir atrás de um tesouro que o tiraria do caos.
Mas, por sua ambição, se vê cada vez mais enrolado em favores que o levam a uma posição que nunca esteve: a de herói.
E Shard, aclamado herói do povo, parte com os amigos em uma missão para recuperar a alma de Sorte e talvez trazê-la de volta ao mundo dos vivos. Mas para conseguir o favor da Rainha dos Mortos ele vai ter que arriscar o pescoço e a sanidade.
Quanto um herói pode cair? Quanto um bandido pode se redimir?
Poente é o segundo livro da série O Legado de Esser
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