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É, eu mal pus os pés em casa depois da última viagem. Mas como não estar em um dos meus eventos favoritos? Com feriado prolongado e pessoas que eu adoro?
Depois de circular por vários estados, meu livro "Jaguari" estará em São Paulo, trazendo a força e o silêncio das mulheres do interior.
Quem vem?
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Se tem uma coisa que eu adoro nos eventos literários, são os encontros (ou reencontros) com as amigas que a literatura me trouxe. O carinho, as conversas, o apoio sempre necessário para continuarmos acreditando na cultura como uma ferramenta de transformação. Já faz tempo que não penso mais em viver de arte. Num país onde poucos lêem, o máximo que a gente consegue é bancar nossas viagens e alguns supérfluos. Mas a literatura me levou a lugares onde nunca pensei que pudesse chegar. Me proporcionou bons momentos, e amizades inesquecíveis. Vale a pena? Não tenho nenhuma dúvida de que sim!

#joinville #literaturanacional #amizade #viagens
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Hoje faz um mês que estou tomando sibutramina. Não que eu tenha problemas com minha aparência, afinal o tempo passa, e as mudanças são inevitáveis. Mas os exames de rotina apresentaram alterações por conta da tireóide lenta e do caos hormonal dos 50 anos. A médica foi taxativa: você não vai emagrecer só com alimentação e academia, a natureza está trabalhando contra. Me encaminhou para um endocrinologista, que perguntou logo de cara se eu tenho grana para Mounjaro. Não tenho. Ouvi histórias terríveis sobre os efeitos colaterais da sibutramina. Demorei dez dias para comprar, com viagem marcada para a Bahia e medo de passar mal longe de casa.
As primeiras duas semanas foram tensas. Mas vai melhorando aos poucos. Aqui estou eu, com insônia e enjôos, mas com três quilos a menos. Não tive as temidas alterações de humor. Pela primeira vez em quase três anos, consegui sentir os dedos do pé esquerdo. Será que já é o reflexo de menos peso para a coluna sustentar? É bem mais fácil caminhar com os dois pés firmes no chão. E não posso deixar de comemorar essas pequenas vitórias...
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Arrumando as malas de novo! Muito animada para conhecer Joinville e autografar meu livro de contos "Jaguari", vencedor do Concurso Literário da Academia Pernambucana de Letras.
É gratificante levar para tantas regiões do país as lutas e os silêncios das mulheres do interior. A adolescente que vende artesanato na praça, a jovem mãe que perde seus bens numa enchente, a mulher madura assombrada pelos traumas da violência doméstica, nasceram do que está ao meu redor. Porque acredito que escrever é uma forma de dar voz a essas mulheres. Jaguari é um grito.
E aí, quem vai? Me contem!

#literaturanacional #leiamulheres #joinville #lançamento #contospremiados
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@jennyrugeroni:
Traduzido automaticamente do inglês.
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@jennyrugeroni:
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Eu tenho dois filhos. Um deles já me chamou pelos apelidos mais doidos que se pode imaginar. Vive me abraçando, conta seus segredos, prepara as refeições e me leva para passear de carro quando eu sinto dor. O outro me chama invariavelmente de mãe. É mais comedido nas demonstrações de afeto, paga a faxineira para eu poder descansar, me presenteia com tudo quanto é novidade em eletrodomésticos. Eu amo os dois, incondicionalmente. E aprecio a maneira como cada um demonstra seu amor.
Da mesma forma, penso que não existe somente uma maneira de se conectar com o sagrado. E que Deus está acima de todas as diferenças, compreendendo a ignorância humana, nos amando incondicionalmente.
No Rio, estivemos no Cristo Redentor, um passeio imperdível para quem visita a cidade. Voltando de lá, falamos de visitar o santuário do Zé Pelintra. Então o motorista do Uber colocou uma música evangélica para tocar. Meu filho não deixou barato. Me cutucou e disse: não se esqueça que amanhã é dia da sua Mamãe Oxum. Depois disso, o motorista parou de falar com a gente. É uma pena. Visitando os dois lugares, tive uma sensação de amor, respeito e plenitude. Eu me emociono com um canto gregoriano e choro com os pontos cantados, que trazem ainda os sofrimentos da escravidão, e o senso de união que torna possível resistir e sobreviver. Aquilo que é sagrado para qualquer um de meus irmãos, também é sagrado para mim.
Convivendo com uma mãe evangélica, um pai ateu e uma madrasta católica, aprendi que respeito e bondade não estão limitados a determinados rótulos. E assim como a personagem Cacau Damasceno de "Insubordinada", quando me perguntam por que escolhi a umbanda, respondo que lá eu me sinto acolhida. Que nunca ninguém vai me dizer que eu preciso me casar, ser submissa ou usar esta ou aquela roupa. Que basta fazer o bem, da maneira que eu puder e dentro das minhas condições. Que no final, é isso que Deus quer de nós. É isso o que realmente importa.