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@poetaencantado

Poeta Encantado
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@poetaencantado
há 2 semanas
Público
No oratório vazio, o sino distante recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
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@poetaencantado
há 3 semanas
Público
No torre da vigia, o sino distante recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
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@poetaencantado
há 3 semanas
Público
No adro silêncioso, o sino distante recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
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@poetaencantado
há 3 semanas
Público
No mirante antigo, o sino distante recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
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@poetaencantado
há 3 semanas
Público
No corredor de arcos, o sino distante recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
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@poetaencantado
há 3 semanas
Público
No jardim de buxo, o sino distante recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
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@poetaencantado
há 3 semanas
Público
No salão de pedra, o sino distante recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
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@poetaencantado
há 3 semanas
Público
No pátio de cal, o sino distante recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
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@poetaencantado
há 4 semanas
Público
No claustro da tarde, o sino distante recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
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@poetaencantado
há 4 semanas
Público
No quintal de laranjeiras, a página severa recolhe claridade.
A cantaria aprende o timbre do tempo.
Entre vitrais calmos e lareiras apagadas, a palavra encontra na noite o grau exato.
A B U
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