Público
@uiaramei:

Bom dia!
Quando um povo não tem uma base ancestral, não sabe a sua raiz ou de onde veio, qualquer leite materno vai servir. Quando cada um assumir a sua responsabilidade, muitas coisas irão mudar. A franqueza dói, e muitos preferem a fuga, que é mais confortável e quentinha como o útero da mãe. 

Público
@uiaramei:

Não, eu não estava torcendo pelo futebol brasileiro. Porque paises com baixas oportunidades fizeram uma campanha bem mais digna do que o futebol brasileiro.

Comparar Brasil com a Noruega, não faz sentido, pois...
a raiz do problema está na falta de coerência e de responsabilidade. Torna-se um paradoxo proteger a ancestralidade em um cenário onde ela nos foi destituída. O Brasil é uma colcha de retalhos tecida com fios de histórias apagadas, ao passo que nações como a Noruega preservaram 

Público
@uiaramei:

Te vejo na minha Newsletter.

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Traduzido automaticamente do inglês.
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@uiaramei: Te vejo na minha Newsletter. https://substack.com/@uiaramei/note/p-158709111?r=4mcqxh https://www.threads.com/@uiaramei/post/DaQEtsngi5q
Público
O relato aqui pode não agradar você; fique à vontade caso não queira mais me seguir. Contudo, estou cansada. Sofro racismo assim como outras pessoas neste país, mas não sou de falar sobre isso. O que aconteceu hoje, porém, deixarei relatado aqui porque tudo tem limite — mesmo que isso não faça parte do propósito do meu trabalho. Segue a história: 

Público
Para a minha linhagem ancestral, seria impossível viver do que gostaríamos de fazer. Sempre foi preciso acreditar que renúncia e sofrimento eram sinônimos de competência e contas pagas. Sempre na posição de servir e não ser servido. Mas, para mim, isso nunca fez sentido. Estou mudando essa história aos poucos — e não é fácil. Comecei como Uiara Rosiene Melo, depois Uiara Melo e, hoje, por último, Uiara Mei; eu passei pela minha própria metamorfose nestas quase duas décadas.