@uiaramei:
Publiquei a minha devolutiva sobre o show do Enhypen. Venha ler!
https://www.uiaramei.art.br/post/enhypen-eles-tem-o-sonho-e-o-amor-da-fãs
@uiaramei
Uiara Mei
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@uiaramei:
Bom dia!
Quando um povo não tem uma base ancestral, não sabe a sua raiz ou de onde veio, qualquer leite materno vai servir. Quando cada um assumir a sua responsabilidade, muitas coisas irão mudar. A franqueza dói, e muitos preferem a fuga, que é mais confortável e quentinha como o útero da mãe.
Bom dia!
Quando um povo não tem uma base ancestral, não sabe a sua raiz ou de onde veio, qualquer leite materno vai servir. Quando cada um assumir a sua responsabilidade, muitas coisas irão mudar. A franqueza dói, e muitos preferem a fuga, que é mais confortável e quentinha como o útero da mãe.
@uiaramei:
Não, eu não estava torcendo pelo futebol brasileiro. Porque paises com baixas oportunidades fizeram uma campanha bem mais digna do que o futebol brasileiro.
Comparar Brasil com a Noruega, não faz sentido, pois...
a raiz do problema está na falta de coerência e de responsabilidade. Torna-se um paradoxo proteger a ancestralidade em um cenário onde ela nos foi destituída. O Brasil é uma colcha de retalhos tecida com fios de histórias apagadas, ao passo que nações como a Noruega preservaram
Não, eu não estava torcendo pelo futebol brasileiro. Porque paises com baixas oportunidades fizeram uma campanha bem mais digna do que o futebol brasileiro.
Comparar Brasil com a Noruega, não faz sentido, pois...
a raiz do problema está na falta de coerência e de responsabilidade. Torna-se um paradoxo proteger a ancestralidade em um cenário onde ela nos foi destituída. O Brasil é uma colcha de retalhos tecida com fios de histórias apagadas, ao passo que nações como a Noruega preservaram
@uiaramei:
Bom dia!
Já por aqui.
Excelente semana para nós.
Bom dia!
Já por aqui.
Excelente semana para nós.
@uiaramei:
Boa tarde.
Estou aqui nos preparativos para ir assistir o Enhypen. Como está o tempo aí em São Paulo?
Boa tarde.
Estou aqui nos preparativos para ir assistir o Enhypen. Como está o tempo aí em São Paulo?
O relato aqui pode não agradar você; fique à vontade caso não queira mais me seguir. Contudo, estou cansada. Sofro racismo assim como outras pessoas neste país, mas não sou de falar sobre isso. O que aconteceu hoje, porém, deixarei relatado aqui porque tudo tem limite — mesmo que isso não faça parte do propósito do meu trabalho. Segue a história:
Para a minha linhagem ancestral, seria impossível viver do que gostaríamos de fazer. Sempre foi preciso acreditar que renúncia e sofrimento eram sinônimos de competência e contas pagas. Sempre na posição de servir e não ser servido. Mas, para mim, isso nunca fez sentido. Estou mudando essa história aos poucos — e não é fácil. Comecei como Uiara Rosiene Melo, depois Uiara Melo e, hoje, por último, Uiara Mei; eu passei pela minha própria metamorfose nestas quase duas décadas.