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@deleted há 5 meses
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Ser escritor é muito mais do que escrever É uma experiência, um sonho, sentimento Carne, mente e espiritual unidos para que palavras possam nascer. É reinventar, criar, se inspirar Ouvir, chorar, apagar, rascunhar É ser humano
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@tchellomelo há 5 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/y9qwwMFbXxoP8krITq5mdO1OvHzimsLm8sJPAQxK.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/269' target='_blank'><strong>Cria de Niterói</strong></a></p></div>
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@Autoraandreia há 5 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/ZWXWyaHfJy8N1MKruOkoxQgw3gADxJN7MKvAtpvw.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/268' target='_blank'><strong>HADES - O Novo Don - Série Irmãos D'Angelo - Livro I</strong></a></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/268/chapters/1088' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "PRÓLOGO" completo</a></p></div>
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@Autoraandreia há 5 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/ZWXWyaHfJy8N1MKruOkoxQgw3gADxJN7MKvAtpvw.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/268' target='_blank'><strong>HADES - O Novo Don - Série Irmãos D'Angelo - Livro I</strong></a></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/268/chapters/1088' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "PRÓLOGO" completo</a></p></div>
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@Autoraandreia há 5 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/ZWXWyaHfJy8N1MKruOkoxQgw3gADxJN7MKvAtpvw.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://literunico.com.br/creations/268' target='_blank'><strong>HADES - O Novo Don - Série Irmãos D'Angelo - Livro I</strong></a></p></div>
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@tibianchini há 5 meses
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🌒 O "Sim" 🌘 Há um instante entre o sim e o não, Entre o "quero" e o "não devo": É ali, nesse segundo que não pesa, Que se decide tudo – ou nada. Há um furacão que adormece em nós, À espera de um alô, uma fresta, um acaso. Mas os dias passam enquanto fugimos, Enquanto fingimos que o tempo passou. Há paz em ser minha; há vida em meu abraço. Mas, se jamais deres o passo, em breve O anseio pelo chamado se converterá Na desilusão de não ter sido. E sequer precisas dar esse passo; basta que chames. Antes que a chance tenha passado, A possibilidade se converta em sonho, E o tempo se torne "nunca mais". O maior erro não é amar: é fingir que passa. Porque, quando o corpo pedir e não houver resposta, Quando a única herança for o arrependimento, O fim nos lembrará que o início era possível. *** Quantas vezes já te imaginei chegando? Quantas madrugadas já chorei Por um beijo que nem existiu? Quantos "e se" já enterraram o "sim"? Um dia, amanhã ou depois, Terás ido embora, Terei ficado distante... E o que hoje poderia ser O gemido contido do gozo incontrolável Se tornará o grito silencioso de desespero Por não mais poder sentir, com fôlego suspenso, O toque dos meus dedos e o calor dos meus braços. Não é só pele o que se perde, Nem só sexo o que se adia. É a alma que aprende a viver sozinha, O olhar que esquece como brilha ao ver o outro. É o silêncio que cresce onde havia riso, A cama que esfria antes mesmo de ser compartilhada, O nome que morre na garganta Antes de sequer ser sussurrado. *** Então vem. Ou chama. Ou apenas diga: "Estou aqui. Tenho medo, mas estou aqui." Porque o amor não precisa de certezas. Precisa de coragem. De um gesto. De um "sim" que rompa o silêncio. Vem. Antes que o "talvez" vire "nunca". Antes que o "amanhã" vire "tarde demais". Antes que o nosso encontro, sempre adiado, Vire a lenda de um amor que quase foi. Vem – que eu prometo: Não seremos dois estranhos Que, um dia, quase se tocaram; Seremos o instante que o tempo não apagou. Porque cada verso que você escreveu Eu já senti. Já vivi. Já perdi. Já desejei de volta. E quando, enfim, estivermos frente a frente, Com as mãos tremendo e os olhos cheios, Só te direi uma coisa – também emocionado: "Você veio. E o mundo, finalmente, faz sentido." 🔥💘 Para todos que ainda têm tempo. Chamem. Vão. Amem. Antes que o "nunca mais" chegue em silêncio.
@JuNaiane · há 5 meses
Lindo
@tibianchini · há 5 meses
Grande, né... Mas necessário, às vezes. Obrigado pela leitura (e pela paciência de o ler... kkkk)
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@JuNaiane há 5 meses
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Eu quero fazer simbiose com você. Entrar em você; ficar em você; me esquecer em você... Te perten(ser).
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@JuNaiane há 5 meses
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Deixa eu traduzir com minha língua o quanto eu te desejo; enquanto eu te beijo, me leia do avesso com teu olhar travesso.
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@JuNaiane há 5 meses
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Saudade... Sentimento que arde, no meu peito um desastre; coração faz alarde declarando vontades, quer cruzar a cidade procurando um ninho — passarinho, sempre sabe o caminho para onde quer voltar.
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@JuNaiane há 5 meses
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Coração cansado não aguenta o enfado de correr atrás do outro de causar mais um estrago. Coração quebrado não suporta outro buraco coração dilacerado não suporta ser amado.
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@MarU há 5 meses
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#Desafio 240 *Bom dia!* Seguro o ímpeto de chamá-lo de “meu”, pois quero-te livre… E de entregar-me também a você, pois quero manter minha liberdade de escolher. Sendo consciente, ainda assim me aposso e me entrego, sem nenhuma pretensão de poder. Vou e volto quando quero, e ainda assim, o dia todo o espero, e esmero a chance de poder estar com você. Faço do dia um tormento, quando, o dia todo, com você no pensamento, não for possível saciar a impossível vontade de só falar com você. E o mesmo dia vira, em instantes, plena alegria, quando, com seu doce “bom dia!”, me alivia a agonia e ilumina minha vida, me fazendo crer que importo pra você. Meu livre-arbítrio está preso, detido nesse sorriso lindo, encantado no brilho dos seus olhos, seguindo a melodia da sua voz calma. Enfeitiçado pelo desejo de peles, de contato, cheiros, de gostos… atraído pela essência da alma que o habita e me cativa, livremente entregue, toda pra você. MarU
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@PauloFlorindo há 5 meses
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Ressuscitado Como exemplar roda de uma engrenagem bem azeitada  Espero, sinceramente, que tudo se acabe Em estilhaços de bomba nas têmporas Voando igual a borboletas amarelas à procura daquela flor viciada em clorofórmio e ali, crucificarei, enfim, as minhas certezas para no terceiro dia ressuscitar. Mas, então, ficará a dúvida: em qual vida, viverei?
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@PauloFlorindo há 5 meses
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Este aviso é para quem ainda não leu meu livro. Basta clicar e dar uma conferida. Se gostar, são poucos capítulos de muita adrenalina. Se não agradar seu gosto literário, grato pela atenção. Abraço a todas e todos que escrevem e leem. https://www.literunico.com.br/creations/255
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@purapoesia há 5 meses
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Selvageria Cavalgava selvagem Cravando a unha em minha crina Me tendo entre as coxas Me engolindo gulosa Areia movediça Estocava-se violenta Apunhalando o pudor Roçava e melava o ventre Ia e voltava, se contraía Tomei-me pelo torpor E ela, sedenta, me tomou Arfantes, desidratados, minguantes Ali morremos de amor.
@MarU · há 5 meses
❤️‍🔥 uaaaal! quantos elementos fortes… sexxxtou 🥵
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@sam_alves_escritora há 5 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/lQCC8cHcrrQN2LfcvrbNkVrbuWHfDKe9p7dYmAvQ.png' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/160' target='_blank'><strong>Rosnados na escuridão</strong></a></p></div>
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@rosana858 há 5 meses
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O Sentido de Existir Ela dormia serena entre baldes, vassouras e rastelos. O ar cheirava a fertilizantes, pesticidas e substrato. Ninguém sabia desde que época estava ali — talvez anos, talvez décadas — à espera de uma oportunidade que a fizesse despertar. O espaço era abafado, escuro, e o ar pesado, mas nada disso a incomodava. Não sentia desconforto — desconhecia que podia existir vida fora do frasco que a aprisionava. Diariamente, pessoas entravam e saíam, e vozes de diferentes timbres ecoavam pelo pequeno depósito. Até que, num dia qualquer, uma menina curiosa resolveu abrir a porta emperrada. O armário revelou infinitos potes de vidro cobertos de poeira. Em um deles, uma etiqueta amarelada trazia a palavra quase apagada: “Baobá.” A garota passou a mãozinha sobre o recipiente e descobriu que, dentro dele, repousavam pequenas sementes. Com esforço, abriu a tampa corroída pela ferrugem. O pote, escorregadio, caiu de suas mãos — e o cristal se partiu. Assustada, temendo a bronca dos adultos, recolheu os grãos e os guardou em outro recipiente, devolvendo-o à prateleira. Fechou novamente a porta da estante, deixando os gérmens outra vez, encarcerados no tempo. Mas, no instante em que o vidro se quebrou, uma bolinha branca aproveitou o breve sopro de liberdade e saltou. Ela se lançou ao desconhecido e buscou refúgio entre as fibras do velho capacho. Ali ficou — esquecida. Até que, um dia, sentiu frio. Sua casca gelou. Agora estava exposta, fora do abrigo transparente. Uma bota suja de lama pisou sobre ela, que aproveitou para grudar-se à sola, encontrando morada temporária. Cada passo era um atrito, um chamado. Então, escondida nas ranhuras, começou a mover-se. A princípio, ficou assustada. Não conhecia o mundo. O passo apressado do seu hospedeiro pisou numa poça d’água. Ela se soltou do couro e mergulhou. Sentiu-se mole, desamparada, com saudade da antiga morada entre as amigas adormecidas. A chuva veio forte e a levou para longe. Agora, em um sulco profundo, ela começou a vibrar. Havia algo acontecendo dentro dela — algo que não conseguia mais conter. O calor do sol a envolvia. Os pássaros cantavam. A brisa trazia perfumes adocicados e lhe afagava. Então, seu invólucro começou a rachar. Ela ouviu uma voz que vinha do seu interior. Era o chamado da vida — que exige evolução. Desesperada, agarrou-se à terra — e, desse esforço, nasceram raízes frágeis que, aos poucos, se firmaram. Sua base aprofundou, fortaleceu. Quando olhou para si, percebeu que seu topo também havia se rompido — e dali brotavam folhas verdes. Cresceu. Atingiu altura considerável. Saiu do buraco. Deu abrigo aos animais. Mas ainda sentia que seu desígnio não estava completo. Absorveu a luz. Respirou o ar. Fez fotossíntese. Floresceu. Encantou. Coloriu o mundo. Atraiu abelhas e insetos que dançaram em torno dela. Ofereceu seu pólen, que se transformou em mel. Na estação seguinte, viu suas flores perderem as pétalas. Mas agora sabia: não é preciso temer a transformação. Gestou com plenitude seus frutos — e, ao vê-los amadurecer, servindo de alimento, sorriu satisfeita. Seu destino estava quase cumprido. Aproveitou o vento, espalhou sua memória genética, permitindo que seu legado viajasse para além do tempo — onde cada semente renasceria, não por acaso, mas por coragem — cumprindo o propósito de existir em plenitude. Ela, árvore. @rschumaher
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