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@literunico há 7 meses
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#Link365TemasLivros #Desafio365Livros Dia 76 Comente na Biblioteca em um livro onde a esperança é colocada à prova diante da iminência do fim, e a humanidade se vê obrigada a repensar seu papel e sentido. (Vale comentário em marcação de Lido ou em Leitura e resenha, não esqueça de marcar a caixa de compartilhar no perfil) #Desafio365Postagens Dia 214 Quando o Amanhã se Cala Não é o som das bombas nem o silêncio dos campos vazios que mais assusta. É o fim das vozes de crianças, o corte abrupto do futuro, a certeza de que não haverá quem conte a história. E ainda assim, em meio à infertilidade do mundo, há quem carregue na alma uma semente invisível que insiste em germinar. Indicação: Filhos da Esperança – P. D. James <h5><span style='color: red;'>#Filhosdaesperança</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Em Leitura - Fato Marcante</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/1073'><strong>Filhos da esperança</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros<br /> a Esperança – P. D. James</p>
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@eduliguori há 7 meses
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Quero uma namorada pra pegar praia pra explorar o sertão pra rir e chorar vendo filme pra brincar de ser arteiros pra provar sabores pra dormir gostoso pra acordar dispostos pra entender que somos antes de tudo livres pra continuar juntos Edu Liguori
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@eduliguori há 7 meses
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A melhor parte de ser um artista é que não somos nada nem tudo somos não dimensionáveis somos poeira a mosca somos o que te incomoda impede move somos maus para um bem maior Edu Liguori
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@novidadesliterunico há 7 meses
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Mário Cesariny foi um dos maiores poetas portugueses do século XX, associado ao movimento surrealista. Sua obra é marcada por uma linguagem ousada e criativa, explorando temas como o absurdo, a liberdade e o mistério da existência. Além de poeta, foi também pintor e tradutor, sendo uma figura essencial na cultura literária e artística de Portugal. O navio de espelhos: Antologia poética: <a href="https://www.literunico.com.br/books/1080">Aqui!</a> #MárioCesariny #Surrealismo #PoesiaPortuguesa #Literunico
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@eduliguori há 7 meses
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O grande segredo do graal é que somos apenas os resultados de inúmeras trocas de energia do micro ao macro não somos deuses nem monstros somos encontros Edu Liguori
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@eduliguori há 7 meses
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Gosto quando ela vê mesmo que não signifique nada sou movido a faíscas me entorpeço de átomos aquele instante em que ela até a contragosto pensou ele é diferente essa micro combustão incêndio minúsculo pode explodir uma montanha basta escolher Edu Liguori
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@classicos há 7 meses
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Descubra os Clássicos da Literatura em Domínio Público no Literúnico! Temos o prazer de anunciar que a nossa coleção de Clássicos da Literatura agora está ainda mais completa! Preparamos uma lista com todos os autores e obras disponíveis no nosso site, com acesso gratuito aos ebooks de livros que estão em domínio público. Acesse diretamente o perfil Clássicos da Literatura e explore um vasto acervo com textos de grandes nomes da literatura mundial, que agora estão ao alcance de todos. Seja para ler por prazer ou estudar, essas obras oferecem uma verdadeira viagem ao passado literário, permitindo que os leitores descubram ou revisitem clássicos essenciais para a cultura literária. Confira a lista completa no nosso site e aproveite a leitura! A literatura clássica nunca esteve tão próxima de você. Link da planilha: <a href="https://www.literunico.com.br/ideas/acervo-literunico-6897548b02583">Aqui!</a> #Literatura #DomínioPúblico #Clássicos #LivrosGrátis #LeituraLivre
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@classicos há 7 meses
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Últimas Rimas Autor: Emílio de Meneses Lançamento: Final do século XIX "Últimas Rimas" é uma obra que, como o título sugere, marca o fechamento de um ciclo na poesia de Emílio de Meneses. Com uma carga emocional mais profunda e uma sensibilidade aguçada, esses versos refletem a consciência da finitude, tanto no plano pessoal quanto universal. Meneses explora a transitoriedade da vida e a inevitabilidade da morte, mas também a beleza que surge da aceitação desses ciclos. A obra é uma meditação sobre o fim, mas não de forma resignada; ao contrário, há nas suas palavras uma luta contra o esquecimento, uma busca por significado até nos momentos finais. A simplicidade da forma esconde uma riqueza emocional que convida à reflexão sobre o legado que deixamos e a efemeridade das nossas expressões. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 7 meses
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Versos Antigos (1885-1889) Autor: Emílio de Meneses Lançamento: Final do século XIX Em "Versos Antigos (1885-1889)", Emílio de Meneses revisita e refina sua poética, trazendo à tona a nostalgia e o peso do tempo. Esses poemas, datados de um período crucial da sua produção, representam uma busca constante pelo significado da vida e da arte. Meneses se vale de uma linguagem clássica e, por vezes, arcaica, para construir um diálogo entre o passado e o presente, refletindo sobre o transcurso do tempo e as marcas que ele deixa na memória e no coração. A obra se caracteriza pela melancolia das lembranças, com uma intensidade emocional que transporta o leitor para uma era de buscas filosóficas e poéticas, conferindo aos "versos antigos" uma profundidade que ressoa com a universalidade do tema. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 7 meses
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Símbolos Autor: Emílio de Meneses Lançamento: Final do século XIX Em "Símbolos", Emílio de Meneses mergulha no universo da poesia simbólica, utilizando a metáfora e o alegórico para explorar os mistérios da existência humana. Seus versos, carregados de imagens poéticas intensas, vão além da superfície das palavras, convidando o leitor a interpretar e descobrir significados ocultos. A obra reflete uma busca por transcendência, onde cada símbolo é uma chave para compreender o desconhecido e o inefável. A linguagem de Meneses, ao mesmo tempo lírica e introspectiva, cria um espaço onde o silêncio e a sugestão ganham mais peso do que a explicação direta, levando o leitor a uma experiência de imersão no abstrato e no espiritual. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 7 meses
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Poesia Satírica e Versos de Circunstância Autor: Emílio de Meneses Lançamento: Final do século XIX Em "Poesia Satírica e Versos de Circunstância", Emílio de Meneses apresenta uma crítica afiada à sociedade de sua época, utilizando a sátira como ferramenta para expor vícios e incoerências. Seus versos, carregados de ironia, desconstroem figuras públicas e comportamentos sociais, com uma escrita que mistura humor e reflexão. Ao mesmo tempo, os "Versos de Circunstância" revelam o talento de Meneses para a poesia mais imediata e de ocasião, onde o autor se posiciona frente aos acontecimentos e situações do cotidiano. Juntas, essas obras mostram o domínio de Meneses sobre a forma poética e seu olhar atento às questões sociais, políticas e culturais, sempre com uma crítica mordaz e, por vezes, sarcástica. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 7 meses
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Poemas da Morte Autor: Emílio de Meneses Lançamento: Final do século XIX Em "Poemas da Morte", Emílio de Meneses explora o tema da finitude com uma profundidade melancólica e existencial. Seus versos revelam uma reflexão sobre a morte não como o fim definitivo, mas como parte de um ciclo inevitável, permeado por questões filosóficas e psicológicas. O autor utiliza uma linguagem introspectiva e sensível, imergindo o leitor na complexidade das emoções humanas diante da perda e da morte, abordando o lamento e a aceitação. A poesia de Meneses transforma a morte em uma presença constante, mas tratada com serenidade e até uma certa beleza trágica, onde a contemplação do fim se torna uma jornada poética e reflexiva. #domíniopúblico #Clássicos
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@literunico há 7 meses
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#Link365TemasLivros #Desafio365Livros Dia 75 Comente na Biblioteca em um livro onde a identidade é revelada como ato de resistência e afirmação. (Vale comentário em marcação de Lido ou em Leitura e resenha, não esqueça de marcar a caixa de compartilhar no perfil) #Desafio365Postagens Dia 213 O Nome que Não se Apaga Há nomes que não são apenas letras, são mapas de um tempo não esquecido. Carregam exílios, promessas feitas em fuga, e cicatrizes que se tornaram sobrenome. Pronunciá-los é um ato político. Repeti-los, uma herança. E calá-los… seria trair a própria origem. Entre a pátria perdida e o lugar que nunca será lar, há sempre uma voz que insiste: "Meu nome é história." Indicação: Meu Nome é Emília del Valle – Isabel Allende <h5><span style='color: red;'>#MeuNomeéEmiliaDelValle</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Em Leitura - Fato Marcante</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/1072'><strong>Meu Nome é Emilia Del Valle</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros<br />
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@literunico há 7 meses
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#Link365TemasLivros #Desafio365Livros Dia 74 Comente na Biblioteca em um livro onde a perseguição de um sonho está no foco. (Vale comentário em marcação de Lido ou em Leitura e resenha, não esqueça de marcar a caixa de compartilhar no perfil) #Desafio365Postagens Dia 212 A Neve que Engole No convés, o vento não sopra ele ruge. O mar não acalma ele desafia. O capitão não comanda, ele é comandado por um ódio que veste a forma de uma baleia. Mas o branco de Moby Dick não é pureza, é abismo. É o silêncio imenso que pergunta: vale a vida um único acerto de harpunas? Indicação: Moby Dick — Herman Melville @literunico <h5><span style='color: red;'>#MobyDick:ediçãocomentada</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/1098'><strong>Moby Dick: edição comentada</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros<br />
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@literunico há 7 meses
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#Link365TemasLivros #Desafio365Livros Dia 73 Comente na Biblioteca em um livro que discuta como princípios econômicos moldam as liberdades individuais e como a política pode fortalecer ou restringir a autonomia do cidadão. (Vale comentário em marcação de Lido ou em Leitura e resenha, não esqueça de marcar a caixa de compartilhar no perfil) #Desafio365Postagens Dia 211 O Preço da Liberdade O livre comércio não é só economia, é arquitetura de direitos. O capital circula, e junto dele, a impossibilidade de escolher o próprio caminho. E a pergunta fica no ar: quanto vale a liberdade, e quem paga a conta quando ela é vendida barata? Indicação: Capitalismo e Liberdade — Milton Friedman @literunico <h5><span style='color: red;'>#CapitalismoeLiberdade</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/1070'><strong>Capitalismo e Liberdade</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros<br />
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@eduliguori há 7 meses
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Sou metade paixão sou metade cinema sou metade poesia sou metade futebol sou o calor da imensidão sou o grito da siriema sou o odor da maresia sou o ritmo do caracol de tantas metades e todas as verdades sou tédio sou prédio um é difícil um artifício aqui mora a vida aqui cora ardida a vontade de te ver o desejo de viver Edu Liguori
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@CrisRibeiro há 7 meses
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#Desafio 218 Ao Teu Morrer 🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 Que nunca se quebre o encanto, que teu corpo, manto e pranto, me arranca ao amanhecer. Ao toque, minha febre inflama, sou chama que em ti derrama, erguendo-me para te obedecer. Prenda-me como quem ama, me açoita como quem clama, e depois me faça estremecer. Não ouses compaixão no rito, me consuma até o infinito, faz-me gritar, me desfazer. Que dure o sempre insano, te quero fera e humano, me afoga sem se conter. O tempo, em nós, dissolve, meu tesão em ti revolve: só finda ao teu morrer. Cr💞s Ribeiro
@Albertobusquets · há 7 meses
Uau! Uau triplo!! 💞💞💞
@JuNaiane · há 7 meses
Uau ❤️‍🔥
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@tibianchini há 7 meses
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Oi gente... Estou escrevendo um livro. (Outro 🙄) Não, eu não desisto. Mas, dessa vez, pensei em fazer diferente: vou postando aqui, dia a dia, um capítulo. São (previstos) 54 capítulos. É (pra variar) uma ficção científica. Sobre tecnologia. (Não, dessa vez não haverá músicos) 😂 Mas trarei questões filosóficas, debates, e tudo mais... Então queria saber se alguém vai me acompanhar... Quem se habilita a ir lendo? Nunca pedi nada pra vocês!... 🥴
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@classicos há 7 meses
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Mortalhas - Os Deuses em Ceroulas (Versos Humorísticos) Autor: Emílio de Meneses Lançamento: Final do século XIX Em "Mortalhas - Os Deuses em Ceroulas", Emílio de Meneses mistura a crítica social com o humor refinado, criando uma obra onde os deuses do panteão clássico são retratados de forma irreverente e humana. Os versos humorísticos, com uma ironia mordaz, questionam as instituições, as crenças e as hipocrisias da sociedade. Através de uma escrita leve, mas contundente, Meneses desmonta a pompa divina, mostrando-os em situações cotidianas, com falhas e fragilidades. Com um olhar atento ao absurdo da existência humana, o autor transforma o riso em um instrumento de reflexão, oferecendo uma visão irreverente do mundo e das figuras que o governam. #domíniopúblico #Clássicos
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