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@jjr há 9 meses
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🅢🅔🅧🅧🅧🅣🅞🅤 (A)MAResia. (Parte I e II). https://www.literunico.com.br/jjr/post/4574 https://www.literunico.com.br/jjr/post/4575
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@jjr há 9 meses
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(A)MAResia. (Parte II) ~~~~*~~~~~ Mergulharam na água e saíram. Deitaram-se lado a lado na areia acariciando-se. Mãos aos cabelos. Carinhos. Ela segurou seu membro em movimentos novamente, flácido, forçou os movimentos e ele endureceu. Ela alegrou-se e desceu para suga-lo por inteiro. Ele gemia, prazer explodindo. Forçava a cabeça dela para engoli-lo todo. De repente puxou-a pelos cabelos e a jogou na areia deitada ele dominando-a. Ela sentiu um prazer imenso pela dor. ~§~ Areia gelada Montados Pernas e pelos Movimentos pelo corpo Empurrava Força Joelhos no chão Unhas em suas costas Movimentos vagarosos Paixão Mordidas Pescoço, orelha Gemidos Movimentos rápidos Força total Gritos de prazer Gozo e explosão. ~§~ Exaustos, deitados Levantaram-se é seguiram o caminho até a casa. Entraram e foram tomar banho juntos. Apenas carícias. Fincou seus dedos junto com a água quente no sexo dela. Ela gemia e chupava os bicos do seio dele. Mordeu seu pescoço com força arrancando sangue. Ele gritou de prazer e dor enquanto os movimentos dela ficavam espasmódicos e ela era vencida caindo de joelhos ao chão. Logo pegou seu membro e começou a suga-lo devagar, estava sem forças e ele não irrigeceu, estavam Exaustos. Saíram do banheiro e deitaram-se no tapete. Adormeceram e findara-se o primeiro dia...
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@jjr há 9 meses
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(A)MAResia. (Parte I) ~~~~§~~~~ Eles saíram ao final do entardecer para dar um passeio na areia da praia. Haviam alugado a casa de praia de temporada por um aplicativo de locações para três dias e este era o primeiro dia. Estavam se conhecendo e resolveram passar uns dias juntos somente os dois e aproveitar o momento. O casal combinava, tímidos e reservados porém responsáveis. Com certeza iriam engatar um namoro logo logo. Caminhavam dentre carícias e resolveram entrar na água. ~§~ Água gelada Corpos & Arrepios Seios enrijecicidos Pulavam aos olhos Desejos dele ~§~ Mãos dadas Passos e Brincadeiras ~§~ Segurou-a pela cintura Abraçaram-se Carícias Seu membro vivo Colados ~§~ Beijos revoltosos A língua saciando-se Saliva doce Lambeu seus lábios ~§~ Subiu seu pescoço Agarrou os cabelos Ela delirou Puxou lentamente Mas forte ~§~ Suas órbitas Loucas Olhar cerrado Gemidos ~§~ Ela, agarrou teu sexo Movimentos longos Água e movimentos Tesão ~§~ Chupou o peito dele Gemeu e apertou Cintura e dedos Fortes. ~§~ Ele puxou a perna dela Segurou-a e penetrou-a Ela gemeu e levantou a cabeça Prazer aos céus ~§~ As pernas entrelaçaram Abaixo a cintura dele Ele levantado-a Cima-baixo Cima-baixo ~§~ Movimentos ~§~ Gemiam ao gelo Água e prazer Sabor de suor Salgada ~§~ Movimentos rápidos Unhas nas costas dele Ardor, dor e gozo Arfantes ~§~ ...
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@eduliguori há 9 meses
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Enquanto caminhava ela surgiu nua sem cores sombra luz e doces curvas um momento um fragmento o tormento do desejo infindo a saliva preenchia a boca o corpo cavernoso inchado sequestrado sob a pele de outrem puro nervoso faminto instinto assassino a história do olho Edu Liguori
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@tibianchini há 9 meses
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O Instante (Micro-conto) Um instante. A bola caiu na rua. - Deixa que eu pego! Um instante. Olhos derrotados pelos dias insones. Um instante. A enorme jamanta à própria sorte. Um instante. A bola quicou. A criança pulou e a pegou no ar. Criança e bola. Ambas pegas em pleno ar. Um instante, um único instante. Uma vida toda.
@nanderfer · há 9 meses
Fascinante!
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@jjr há 9 meses
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Cartas. "...então eu deposito todo meu carinho numa folha de papel só para ela entrar no seu coração..." JJr.
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@jjr há 9 meses
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~*§*~ Soprou seu aroma o vento, suas pernas um canteiro a exalar que a borboleta veio provar. Na mutua sede do toque observada observou, pairou com o vento para outro lugar. Seu fascínio disfarcei na beleza de toca-la pois seu olhar me revelou encantada. ~~~*§*~~~ JJr.
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@jjr há 9 meses
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--- Caneta e Papel. Romance ideal. Paixão. Papel da Caneta aguarda o beijo, traçam juntos suas linhas de desejo. Desenhos, histórias, rimas e prosas. Caneta fala, Papel sentimentos espalha. --- JJr.
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@jjr há 9 meses
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~~~ | rede inerte | | da planície asfalto abaixo  a natureza do homem | | vaga-lumes em vastidão  pontos amontoados por todos lados | | céu nublado nem um pouco estrelado | | imóvel e paralisado fecho meus olhos a deitar-me | | lentamente traz-me o balançado inconsciente | ~~~~~~~~ JJr.
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@MarU há 9 meses
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#Desafio 149 *Amante do vento* Às vezes, converso com o vento, e num sopro ele me fala: — Já fazia muito tempo que você não me encontrava. E num gesto de carinho supremo, com amor acaricia meus cabelos… alisa meu rosto, eriça meus pelos, arrepia meu corpo, assanha minha saia… E me abraça com fulgor de rajadas. Me deixa sem jeito e desajeitada, Mas eu adoro ficar toda arrepiada! Confesso ao vento que o amo, e ele responde, me espiralando, que em mim sempre pensava, e sentiu muito minha falta… por me amar também assim. Sabia que um dia pra ele eu voltava. Eu amo o vento! MarU
@tibianchini · há 9 meses
Belíssimo simbolismo! Leve, cantabile... Parabéns! 😊
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@fksilvain há 9 meses
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<div style='text-align: center;'><p><img src='https://www.literunico.com.br/storage/app/public/creations/covers/7ccFT6pMsVFNCZ8VANw2IacdGhz4CgOaxFveut5b.jpg' style='max-width:50%; height:auto;'></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/13' target='_blank'><strong>A gata, o diabo e o desejo: a história de Renata & Bernardo</strong></a></p><p><a href='https://www.literunico.com.br/creations/13/chapters/113' target='_blank'>Clique aqui para ler o capítulo "A festa e o filme" completo</a></p></div>
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@priscilamoreira há 9 meses
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Harmonia Aprecio o leve e o profundo, o silêncio sereno que abriga uma vertigem de sentimentos. Rasgo sorrisos despreocupados e coleciono confidências tuas: as histórias que brilham e as que pesam. Sou porto, sou abrigo, mas também anseio teu colo nos dias de tempestade interna. Celebro o sol em sua exuberância, mas me encanto com o frio quando teu calor me veste e minha presença te abriga como um gesto invisível de cuidado. Brindamos em mesas elegantes, mas também dividimos risos no asfalto quente e improvisado de uma esquina qualquer. Há beleza na harmonia silenciosa das contradições, e tudo encontra sua justa medida quando habitamos o instante com a companhia certa.
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@jjr há 9 meses
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Do amor Está coisa que abrasa Fundo No coração e na mente Te trazer para mim Em mente e pensamentos Transmitir Sei que Você sente Somos iguais no prazer Inconsequentes A todo custo Loucos por Tesão Uma paixão infinita Fogo Ardente. ~*~ JJr.
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@tibianchini há 9 meses
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Reflexão sobre a vida feita numa madrugada qualquer (Poemas Antigos 012) É um poema com estrutura de soneto, rasgado ao meio por devaneios e explicações. Tudo devidamente rimado, apesar da fluidez da estrofe que se enfiou ali, no meio... Desejais que todos os homens fossem irmãos, E que a paz fosse possível? Desejais Que não mais houvessem mortes pelas mãos, E que, enfim, todos nós fôssemos iguais? Desejais que as Guerras fossem pela Paz, Pela conversão das meretrizes, dos Pagãos; Que fôssemos livres, felizes, Cristãos? Desejais muito; desejais demais. . A vida não nos dá a chance, por menor que possamos ser, . De entrar e invadir os seus domínios, É ela quem . Nos guia; e não adianta nem pensar em querer . Digladiar contra o que nos é mais forte: Estamos sem . chance alguma - mal nos sustentamos sobre os pés. . Quem sois Vós, para achar-vos mais importante . Que a própria vida, que nos sopra? Quem sois? Quem És? . Sois por ventura Deus? Nada sois; sois da vida um breve infante. Desejais o que não vos é permitido sonhar: Eis vosso ignominioso pecado. Desejais tudo, quando apenas deveriam desejar Viver, sem almejar ser salvo ou condenado: Nada tendes a fazer, a não ser esperar E viver, ao vosso jeito, seja ele certo ou errado.
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@novidadesliterunico há 9 meses
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Homenagem a Adolfo Caminha (1867-1897) Adolfo Caminha foi um escritor brasileiro do final do século XIX, conhecido por sua atuação na estética naturalista. Sua obra se destacou por abordar temas ousados para a época, como a homossexualidade, o racismo, e a crítica social, o que o colocou entre os autores mais polêmicos do Naturalismo brasileiro. Adolfo Caminha: um polígrafo na literatura brasileira do século XIX (1885-1897): <a href="https://www.literunico.com.br/books/751">Aqui!</a> #aniversárioliterário #diadecelebrarescritor
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@luscaluiz há 9 meses
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Depois de quase quinze anos postando versos pela internet — a maioria não tão bons, claro —, tive uma sensação crescente: o único lugar realmente palpável para os poemas são os livros. Por mais que existam sites específicos de literatura, blogs e redes sociais, nada disso consegue abarcar a experiência completa da leitura de uma boa poesia. Há sempre um buraco aberto, causado pela própria dinâmica do meio, essa necessidade constante de sobreposição, essa sanha sedenta por novidade. Se o poema é aquilo que permanece, então essa parece uma conclusão inevitável.
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@cynthiabrum há 9 meses
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Seus olhos encontram os meus E por um breve instante, o mundo para Eu queria ter coragem de tocar seu rosto Com a delicadeza de quem segura um tesouro Imagino o calor da sua pele sob minhas mãos, Os traços de seu rosto se tornando meu caminho A curva de sua boca, um destino proibido Onde desejo e medo se encontram Tomaria suas bochechas em beijos suaves Um toque leve, quase como uma brisa Deslizaria meus lábios até o seu nariz Um gesto inocente, mas carregado de intenções E então, sua boca - o centro do meu universo Um calor que me consome e me alimenta Onde meu coração bate mais forte O beijo que imagino é doce e demorado Como se o tempo insistisse em prolongar o momento Cada segundo dolorosamente alongado Para perpetuar na alma o sabor da sua presença Mas tudo é apenas um sonho Um fragmento de coragem e fantasia, Guardado entre as linhas do que nunca foi dito mas sempre foi sentido E ainda que fique só na imaginação É nele que encontro a intensidade de te querer Te sentir próximo, mesmo que a distância nos separe
@tibianchini · há 9 meses
Lindo... Estou adorando cada um dos seus poemas...
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@edsonbas há 9 meses
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Pétala (Nanoconto) Ela tocou meu rosto muito suavemente e ficou presa na minha barba grisalha por fazer. Veio flutuando com o vento, leve, aveludada e de um tom entre o rosa e o vermelho. Beijou minha bochecha como uma boca que ficou no passado costumava fazer.
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