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@autorpedrobarretho há 5 meses
Público
Amigos, anuncio a abertura do meu selo editorial- Editora Tupamaro. Estamos com nosso primeiro edital aberto recebendo texto originais para Antologia. https://tupamaro.com.br/originais Abertura de Chamada de Originais EDITAL 01/2026 A Editora Tupamaro, com intuito de promover novos talentos, convida escritores estreantes ou já experientes para participar da Convocatória para a publicação de sua primeira Antologia, publicada por meio de parceria. escritor/editora. Publicação com ISBN e ganhos direitos autorais por venda. Venda e distribuição a cargo da Editora. Antologia “Fake News – A Literatura em Tempos de Pós- Verdade” será publicada somente textos inéditos, nos gêneros ensaios, contos, crônicas e poesias, de autores brasileiros em geral, conforme o edital: https://drive.google.com/file/d/1DUvTyIYAU9JRtAfeAOubXwtvJpnBtoLv/view A inscrição poderá ser realizada até o dia 11/04/2026 https://pay.kiwify.com.br/CXqvj8A
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@autorpedrobarretho há 5 meses
Público
Comunidade literária Comunico a Abertura de chamados para Antologia da Editora Tupamaro https://tupamaro.com.br/originais Abertura de Chamada de Originais EDITAL 01/2026 A Editora Tupamaro, com intuito de promover novos talentos, convida escritores estreantes ou já experientes para participar da Convocatória para a publicação de sua primeira Antologia, publicada por meio de parceria. escritor/editora. Publicação com ISBN e ganhos direitos autorais por venda. Venda e distribuição a cargo da Editora. Antologia “Fake News – A Literatura em Tempos de Pós- Verdade” será publicada somente textos inéditos, nos gêneros ensaios, contos, crônicas e poesias, de autores brasileiros em geral,
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@tamarasfawkes há 5 meses
Público
Não deixe de conferir a Revista Independente "te vejo nas entrelinhas" GRATUITA aqui no Literunico <3 https://literunico.com.br/aurora/1547 Inscrições abertas até 28/3 Confira as regras em @leioentrelinhas [IG]
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@MultiuniversoFK há 5 meses
Público
Projeto Experimentos: Virou Exceção Eu odiei amar você Como odiei me derreter por seu sorriso De cada vez que me fez rir De cada vez que me fez perder a paciência Como se isso não fosse perigoso Eu era conhecida como assustadora, e mesmo me negando a aceitar Ninguém ousava se aproximar E mesmo dizendo que não sentia nada Aconteceu você E isso mudou tudo ao redor Eu odeie amar você Odeio te querer tanto que chega a doer Seus olhos brilham como o sol E isso me assusta Não vejo o medo neles Apenas uma admiração que me irrita Porque eu passei a vida Construindo minhas barreiras O sol pode brilhar Mas queimar com a mesma intensidade E quando a lua chegar outra vez O que será de mim? Não tem um príncipe de cavalo branco pra me salvar Eu nunca pedi salvação Mas odeio admitir Que você virou exceção Então sim, eu odeio amar você Odeio porque sei que sente o mesmo por mim Mas ainda falta algo Odiei te amar Como odiei me derreter por seu sorriso De cada vez que me fez rir Porque você fica mesmo quando eu o empurro Porque você não vai embora no final Eu não queria você Não tem príncipe nem resgate, e eu não pedi por salvação Aconteceu você, e isso mudou tudo, ao redor Eu odeie amar você Porque tudo que brilha demais, também sabe queimar Eu não queria você, não planejei sentir isso O problema não é te amar, é admitir que isso mudou quem eu sou Talvez eu finja que não preciso Que sozinha eu sei ficar Mas quando você vira as costas Tudo em mim começa a falhar Não te culpo por me quebrar Eu já era feita de defesas Só odeio que tenha sido você A atravessar todas elas Franthesca Kally
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@MultiuniversoFK há 5 meses
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Poema do Livro: Tudo Pode Acontecer, disponível digitalmente (Kindle) e físico (UICLAP) Pode Florescer Entre noites sem sono e segredos guardados Dois destinos distantes, enfim, lado a lado Enquanto um cura feridas, o outro carrega cicatrizes Na vida improvável, plantaram raízes O passado grita, com a insistência de separar Mas o amor encontra um jeito de voltar Não somos perfeitos, mas juntos, somos reais É nos erros e as quedas que somos iguais Tudo pode acontecer Quando o coração decide não se esconder Mesmo na sombra, a luz vai nascer É vivendo que a gente aprende a crer, mesmo no impossível Que tudo, tudo pode acontecer Um sonha salvar, o outro luta por justiça Do caos renasceram, da dor veio esperança Entre riscos e perda, aprendemos a amar Na tempestade estamos juntos, ninguém vai nos parar O destino é frágil, mas pode florescer Quando dois corações escolhem permanecer Tudo pode acontecer Quando o coração decide não se esconder Mesmo entre as sombras, a luz vai nascer Precisamos provar o que e viver Que tudo, tudo pode acontecer E no fim, depois da dor O amor vence a luta Entre a vingança, a paz renasceu Dos corações partidos Tudo pode acontecer Quando o amor é maior que a dor Mesmo entre as sombras, a luz vai nascer E escolhemos viver, o que tudo, tudo pode acontecer Franthesca Kally
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@MultiuniversoFK há 5 meses
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Publicado na Liga dos Sete - Facebook. Desafios Desafios de escrever não chegam gritando Chegam como um silêncio pesado Sobre a página aberta, a mão que segura a caneta Ou mesmo paira sobre o teclado Mas a palavra não nasce, ou nasce fraca Já parecendo errada Há dias em que tudo soa incompleto, como se cada frase fosse metade De alguma coisa maior que nunca chega O texto respira curto, tropeça em si mesmo, e a mente insiste: Não está bom, não está pronto, não está certo Como se tudo fosse fios enrolados, e quanto mais se puxa um, Menos se entende o nó O cansaço, a frustração, vão aos poucos criando o bloqueio, não como um muro, mas como um peso Não se trata de ausência de ideias, mas sim, o excesso delas Girando rápido demais, num espaço pequeno Porque as ideias não vêm em fila, vêm como tempestade Começos possíveis, frases soltas, temas que se cruzam, finais que desaparecem antes de existir Sem forma, tudo parece falta, mesmo quando é excesso Talvez escrever comece quando se aceita o rascunho torto, a frase capenga O parágrafo que não se sustenta Talvez seja preciso errar primeiro, deixar o texto nascer cru, antes de pedir que ele seja belo Corrigir é outra voz, outro tempo, outra respiração Mistura tudo, é como tentar andar enquanto se mede cada passo O corpo trava antes de sair do lugar Talvez seja ir mesmo assim, palavra por palavra Até que o que era bagunça, comece a virar caminho Franthesca Kally
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@MultiuniversoFK há 5 meses
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Projeto Experimentos: Abraçar a fumaça Queria ficar onde o coração chama, Mas a mente diz: volta, não se engana. O mundo exige mais saber, Enquanto a alma só quer permanecer. Entre o sentir e o pensar, Algo sempre puxa pra trás, O peito quer descansar, Mas a vida nunca se desfaz. Qual o sentido de sonhar Se nem todo sonho é real? Amar calado é tentar Abraçar fumaça no final. Entre o querer e o destino, Tudo pode se perder, Se o brilho muda o caminho E a gente esquece de viver. Entre ambições e partidas, Os rumos mudam sem avisar, O que brilhava em outras vidas Hoje já não quer brilhar. Tudo passa tão ligeiro, Mal dá tempo de entender, Perdemos a vida inteira Só tentando chegar lá pra ver. E quando enfim alcançar, Não há tempo pra parar, A estrada segue além, Sem um lugar pra respirar. E o que resta no fim? Palavras soltas no ar, Se o coração não sorrir Nada faz sentido ficar. Não é preciso tanto Pra alma sobreviver, Mas viver exige encanto, Força e vontade de ser. Qual o sentido de sonhar Se a paz não mora em mim? Correr sem nunca parar É nunca chegar ao fim. Se o pouco já é bastante Pra vida florescer, Talvez o sonho distante Seja só aprender a viver. Franthesca Kally
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@MultiuniversoFK há 5 meses
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Composição pro livro Pagando o Preço Pelo Passado, disponível digitalmente (Kindle) e físico (UICLAP). Pelo mar Infelizmente, nosso amor veio como uma maré cheia de destruição Me levou aos céus e, tão rápido, me lançou ao inferno A vingança sempre ao nosso redor, desejando nos consumir Mesmo com anos entre nosso amor, tudo engolido pelo mar Entre verdades e mentiras, Das balas e armas, o medo pulsante em nossos corpos Uma cabana nos recebe Melhor que qualquer palácio onde crescemos Tanto a se dizer, mas pouco tempo pra dizer Nos limitando a um passo de cada vez Mas é como se pudéssemos voar nesse balanço de corda As nuvens, feito carrosséis, giram ao nosso redor Um pouco mais alto, um vive pelo outro Mas qual o preço? Pagamos o preço pelo passado E no final, quem sai vencedor? Amor, estamos aqui frente a frente O que vem a seguir? E se não houver mais tempo? Se tudo isso for apenas o fim, escrito antes de acontecer? Ainda assim, eu viveria tudo de novo Só por um segundo com você Tanto a se dizer, mas pouco tempo pra dizer Nos limitando a um passo de cada vez Mas é como se pudéssemos voar nesse balanço de corda Mesmo em queda, um vive pelo outro Franthesca Kally
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@MultiuniversoFK há 5 meses
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Composição do Projeto Experimentos. A vida é um grito A vida é um giro que ninguém avisou Um passo em falso e o chão já mudou O mundo dá cambalhota sem perdão E eu aprendo a cair de pé no meio da confusão Experimentar é parte do jogo Queimar o medo, brincar com o fogo Bora cantar desafinado na sala Bora pintar o céu com a própria fala Cada escolha é uma estrada aberta Nem toda curva vem certa Mas ficar parado pesa mais Do que errar e tentar outra vez Viver vidas dentro de páginas Ser mil versões na mesma pele Mundos distantes me chamam E eu vou, mesmo quando a voz treme A ansiedade mandas lembrança Diz que eu não dou conta do mar Sussurra dúvidas antigas Que insistem em me ancorar Mas a coragem grita mais forte Bate no peito, pede passagem Ela não promete conforto Só a verdade da viagem O mundo gira, eu giro junto Desaprendo pra aprender Me arrisco no salto escuro Porque nascer é se refazer Ano novo bate na porta Com cheiro de recomeçar Eu faço um brinde aos desafios Que ainda vão me transformar Se o medo vem, eu agradeço Ele prova que é real Que o passo importante, que é sério Que viver nunca foi banal Então bora cantar, se jogar Deixar a vida conduzida Se o mundo vira de cabeça pra baixo Que eu vire junto, pronto pra sentir Franthesca Kally
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@MultiuniversoFK há 5 meses
Público
Composição para o conto: O que não coube, que está disponível no Inkspired. Não foi falta de amor O café sempre o mesmo cheiro, frio sobre a mesa Manhã caindo em vão, você chegou lento como um sobro da maresia E eu cheguei feito canção Seu mundo cabe em ordem, o meu, em contramão Você vive de partida E eu de mundos distantes Falou de ordem, falou de tempo, eu falei do que não se mede Você olhava sempre o relógio, eu aprendia a esperar você Eu fechava o caderno em silêncio, pra não te atrasar Você dizia que era instável O que me fazia ficar Não foi falta de amor, foi sobra de caminho Você precisava ir, e eu precisava de tempo Amar também é deixar ir Mesmo querendo ficar por mais tempo Você partiu com seus sonhos Eu fiquei com meus pensamentos Amar também é soltar, mesmo rasgando a esperança Enquanto você promete presença, mas vive de chegar depois E eu escrevo o que sobra Você seguiu seus passos e eu voltei ao foco dos meus Seu uniforme ocupa o quarto, mesmo quando você não vem Você deixou o silêncio falar No quarto, o uniforme na cadeira, nunca chegou a descansar E eu mudando meus horários, pra caber no seu chegar Você guarda o mundo em metas, e eu em páginas vazias Quando falo de futuro, você fala de partida E isso se tornou nosso pequeno segredo, de quem guarda o fim Não foi falta de amor, foi sobra de caminho Você precisava ir, eu precisava de tempo Amar também é deixar ir, mesmo doendo por dentro Você seguiu suas ordens, eu segui meu próprio caminho Quando a porta se fechou, o silêncio falou por nós Você levou seus sonhos, eu fiquei com minha voz Te beijei como despedida, não como começo outra vez Alguns amores não acabam Só não sabem ser dois ao invés Não te prendi, não pedi promessa Não fiz você ficar, te convencendo do contrario Você escolheu o mundo, e eu escolho não me perder Alguns amores não falham, só não sabem morar Você partiu com a farda, e eu fiquei pra escrever O que não coube em nós Virou verso pra sobreviver O amor apenas não coube no mesmo horizonte A porta fechou sem barulho O caderno ficou aberto, por caminhos distintos Franthesca Kally
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@MultiuniversoFK há 5 meses
Público
Publicação da Liga dos Sete - Facebook Poema que foi publicado na Revista Entre Linhas totalmente independente: Folha de papel Com uma folha de papel, você me conquistou Em um dia, tão cinza, você trouxe cor Com algo tão simples Um coração de origami, me fazendo rir Afastando os problemas da minha cabeça Todos os dias, você passou a me presentear Com um origami, me fazendo sempre sorrir Um príncipe de papel Arrebatando uma princesa perdida Folhas carregadas de palavras Todas com poemas Logo se tornando um origami Palavras como enfeite para essas belezas Palavras que iam para o lixo, após escritas Ou iriam queimar Você as transformou em origami magníficos Dando novamente a vida Palavras silenciadas pela vida Vontades contidas Desejos loucos, presos em folhas Que desejam asas para voar Com uma folha de papel Você se aproximou Naquele dia, que estava tão cinza, você me fez sorrir Um príncipe de papel, arrebatou uma princesa perdida De papéis que suas linhas iriam pegar fogo Você as reviveu, em um origami maravilhoso São palavras silenciadas pela vida, presas em folhas soltas, que desejam voar Franthesca Kally