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@eliz_leao há 10 meses
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Eu que me via gota, De repente desaguei em mar. Me desfiz entre ondas, Só pra te encontrar. Fiz de pedras, pó, Dancei entre seres, a nadar. Cansei, chorei, Me represei em lagos, Tentando em ti chegar. Corri, feito louca, Quebrei-me inteira, Em pedras de corredeiras. Seguindo o coração faceira, Borbulhei a brotar. Nascente novamente, Transbordei, Em teus braços, Me encontrando, Em nossas águas, Enfim, em ti, me libertar. Eliz Leão
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@maedovankar há 10 meses
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Até hoje nunca dei nome a essa personagem, é o desenho mais "fiz no feeling" que tenho, e olhe que eu raramente desenho meninas. Mas eu gosto muito desse desenho, principalmente do cabelo dela. Quem dera eu tivesse esse volume!
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@tibianchini há 10 meses
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Feliz dia dos Namorados Minha alma tem uma dona. Minha alma É cativa de um amor, que se contenta Em confortar meu eu, que me acalenta, Que me envolve, que me enlaça e que me acalma. No mar azul dos seus olhos, me vejo envolto Na celeste luz que ao meu centro guia; E, assim, me dá alento e calmaria Mesmo nos meus dias maus, de mar revolto. Hoje o dia é nosso, um dia perfeito. Dia de celebrar a tua presença Nessa minha vida de dor e descrença, A me dar abrigo, a aceitar meu jeito. Hoje o Amor renasceu pela manhã, Como a cada dia, em dez anos passados; A te olhar dormir, enamorado: A minha amada, minha rainha, a minha Van. Hoje o dia é de me envolver no odor Suave do teu corpo, e me entregar Inteiro a ti, como a celebrar O Amor. Minha alma tem uma dona de olho azul, Uma gata que se aconchega e ronrona, E me inspira; minha vida tem uma dona: E és tu.
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@classicos há 10 meses
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Livro: Murmúrios da Tarde Autor: Castro Alves Lançamento: Publicado postumamente entre os poemas líricos do autor Murmúrios da Tarde é um poema marcado pela suavidade e contemplação, no qual Castro Alves descreve os instantes calmos do entardecer com lirismo delicado e sensível. A natureza serve como espelho da alma do poeta, que mergulha em reflexões sutis sobre o tempo, a saudade e o silêncio. A musicalidade dos versos e o tom nostálgico conferem à composição uma atmosfera serena e poética, revelando o domínio do autor sobre as nuances da emoção e da paisagem. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 10 meses
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Livro: Mudo e Quedo Autor: Castro Alves Lançamento: Publicado postumamente entre os poemas líricos do autor Mudo e Quedo é um poema de introspecção e silêncio, em que Castro Alves expressa sentimentos de solidão, melancolia e contemplação interior. Através de uma linguagem contida e sensível, o poeta revela um estado de alma em que a ausência de palavras se torna expressão poética. É uma obra que contrasta com o tom grandioso de seus poemas sociais, mostrando a delicadeza e a profundidade emocional de seu lirismo mais íntimo. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 10 meses
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Livro: Mocidade e Morte Autor: Castro Alves Lançamento: Publicado postumamente entre os poemas líricos do autor Mocidade e Morte é um dos poemas mais intensos de Castro Alves, no qual o jovem poeta reflete sobre a brevidade da vida e a proximidade da morte. Escrito em tom sombrio e filosófico, o poema é marcado pela angústia existencial e pela consciência precoce da finitude, temas que ganham ainda mais força diante da própria trajetória curta do autor. Com linguagem emotiva e grandiosa, é uma obra que traduz o romantismo trágico e profundo de sua poesia. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 10 meses
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Livro: Maria Autor: Castro Alves Lançamento: Publicado postumamente entre os poemas líricos do autor Maria é um poema de inspiração romântica e profundamente emocional, em que Castro Alves homenageia uma figura feminina idealizada, símbolo de ternura, beleza e sofrimento. A composição traz o tom melancólico típico do lirismo amoroso do autor, com versos delicados que revelam a sensibilidade do poeta diante do amor e da perda. É uma expressão tocante da alma romântica que permeia grande parte de sua produção poética. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 10 meses
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Livro: Lucas Autor: Castro Alves Lançamento: Publicado postumamente na coletânea Os Escravos (1883) Lucas é um poema de denúncia social e apelo humanitário, em que Castro Alves narra a história comovente de um escravo separado de sua família. Com estrutura dramática e linguagem emotiva, o poeta expõe a crueldade da escravidão e convida o leitor à compaixão e à reflexão. A obra é um exemplo contundente da poesia abolicionista de Castro Alves, que usa a palavra como instrumento de justiça e liberdade. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 10 meses
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Livro: Loucura Divina Autor: Castro Alves Lançamento: Publicado postumamente entre os poemas líricos do autor Loucura Divina é um poema que mistura paixão intensa, misticismo e desvario, revelando o lirismo arrebatado de Castro Alves. A composição explora os limites entre amor e delírio, razão e transcendência, em versos marcados por força emocional e imagética. Com tom exaltado e expressividade dramática, o poema é um exemplo da entrega do poeta às experiências extremas da alma, traço característico de sua escrita romântica e apaixonada. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 10 meses
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Livro: Jesuítas Autor: Castro Alves Lançamento: Publicado postumamente entre os poemas históricos e sociais do autor Jesuítas é um poema de forte cunho histórico e crítico, no qual Castro Alves retrata a atuação dos missionários jesuítas no Brasil colonial. A obra questiona o papel da Igreja e da catequese na opressão dos povos indígenas, abordando com tom dramático e reflexivo os conflitos entre fé, poder e liberdade. Com linguagem vigorosa e estrutura narrativa, o poema expressa o engajamento político do autor e sua sensibilidade para as injustiças do passado. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 10 meses
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Livro: Immensis Orbitus Anguis Autor: Castro Alves Lançamento: Publicado postumamente entre os poemas dispersos do autor Immensis Orbitus Anguis é um poema que revela a faceta erudita e experimental de Castro Alves, com título em latim e linguagem marcada por imagens grandiosas e simbólicas. A obra apresenta reflexões existenciais envoltas em uma atmosfera solene, em que o poeta parece dialogar com as forças do universo e os enigmas da condição humana. É um exemplo do interesse do autor por temas filosóficos e por formas poéticas mais ousadas, mostrando sua versatilidade e amplitude intelectual. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 10 meses
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Livro: História de um Crime Autor: Castro Alves Lançamento: Publicado postumamente entre os poemas sociais do autor História de um Crime é um poema de denúncia social em que Castro Alves relata, com tom dramático e crítico, a violência e a injustiça sofridas por um escravo. Com estrutura narrativa e forte carga emocional, o poema expõe a brutalidade do sistema escravocrata e convida o leitor à reflexão e à indignação. É um exemplo marcante da vertente abolicionista da obra do poeta, que usou a poesia como arma em defesa dos oprimidos. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 10 meses
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Livro: Hino ao Sono Autor: Castro Alves Lançamento: Publicado postumamente entre os poemas líricos do autor Hino ao Sono é um poema que exalta o repouso e a serenidade trazidos pelo sono, tratado aqui como uma força quase sagrada que acalma dores e angústias humanas. Castro Alves utiliza uma linguagem elevada e imagética para transformar o ato de dormir em um tema filosófico e poético. A composição combina lirismo, musicalidade e reflexão, evidenciando a habilidade do autor em abordar temas universais com intensidade e beleza formal. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 10 meses
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Livro: Hebréia Autor: Castro Alves Lançamento: Publicado postumamente na coletânea Os Escravos (1883) Hebréia é um poema lírico e narrativo em que Castro Alves constrói uma história de amor proibido entre uma jovem judia e um romano, ambientada na Antiguidade. Com forte carga emocional e imagética, o poema explora temas como paixão, intolerância religiosa, tragédia e resistência. A composição revela o domínio técnico do autor e seu talento para unir lirismo, drama e crítica social em versos de grande força expressiva. #domíniopúblico #Clássicos
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@classicos há 10 meses
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Livro: Espumas Flutuantes Autor: Castro Alves Lançamento: 1870 Espumas Flutuantes é a única obra publicada em vida por Castro Alves e reúne poemas líricos marcados por intensa emoção, musicalidade e temas como o amor, a saudade e a idealização da mulher. Ao lado dessas composições, já aparecem também sinais de seu engajamento social, com poemas que prenunciam sua luta abolicionista. A obra é um marco do romantismo brasileiro e evidencia o talento precoce e a sensibilidade do jovem poeta. #domíniopúblico #Clássicos
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@aleituracria há 10 meses
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<h5><span style='color: red;'>#HarryPottereaPedraFilosofal</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/551'><strong>Harry Potter e a Pedra Filosofal</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros -23/365<br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro que tenha como protagonista alguém de identidade híbrida, personagem que pertence a dois mundos e não é aceito por nenhum, e que precise forjar seu próprio lugar entre a origem e a escolha.</p>
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@aleituracria há 10 meses
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<h5><span style='color: red;'>#Aprincesinha</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/827'><strong>A princesinha</strong></a></p><p>#Desafio365Livros -22/365<br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro onde o fantástico nasce da infância, e a imaginação não serve para entreter, mas para processar afetos confusos, raiva, medo, abandono, amor, que ainda não sabem dizer o próprio nome.</p>
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@aleituracria há 10 meses
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<h5><span style='color: red;'>#ONavioNegreiro</span></h5><p><strong>Status da Leitura:</strong> Lido</p><p>Detalhes do Livro: <a href='https://www.literunico.com.br/books/623'><strong>O Navio Negreiro</strong></a></p><p>#Link365TemasLivros<br /> #Desafio365Livros - 21/365<br /> <br /> Comente na Biblioteca em um livro onde a poesia ou a prosa se façam instrumento de denúncia, mas sem abrir mão da beleza formal, obras que transformam a revolta em linguagem.</p>
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@novidadesliterunico há 10 meses
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O perfil @classicos está divulgando várias obras em domínio público do escritor Castro Alves, você já conferiu? Trecho de O Navio Negreiro (4ª parte) “Existe um povo que a bandeira empresta P'ra cobrir tanta infâmia e covardia!... Silêncio! Musa... chora, chora tanto, Que o pavilhão se lave no teu pranto!” #castroalves
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@hero7 há 10 meses
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@weewe: PurpleCane Ipoh Tea House 怡保紫藤茶馆 最后的打卡 #PurpleCaneTeaRestaurant #PurpleCane https://www.threads.com/@weewe/post/DKzHlo7uYDL
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