II. Os cavaleiros de Ekeby
Em Ekeby, o mundo parecia governado por homens que haviam trocado a prudência pela lenda. Eram os cavaleiros, hóspedes e senhores de noites longas, canções, promessas exageradas e fracassos magníficos. Ali, Gösta encontrou abrigo e também perigo, porque certos abrigos apenas dão uma forma mais elegante à queda.
O romance vive desse contraste: a festa e o remorso, a generosidade e a ruína, o riso que tenta cobrir uma culpa antiga. Em cada sala iluminada, há sempre uma janela escura lembrando que o inverno continua lá fora.