Conceito da obra
Pathé-Baby transforma viagem europeia em sessão de cinema verbal, com portos, ruas, trens, anúncios, guias, monumentos e vitrines.
Texto original da edição de 1926
por Eder B. Jr.
Texto autoral de Antônio de Alcântara Machado, reconstruído a partir do OCR da edição de 1926 preservada pela BBM USP. Prefácio de terceiro, capa, estampas, índice, colofão e ruídos gráficos ficaram fora dos capítulos.
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PATHé-BABY · APRESENTAÇÃO
Texto original de Pathé-Baby, de Antônio de Alcântara Machado, em blocos de leitura derivados do OCR da edição de 1926.
Blocos Extras da Apresentação
Pathé-Baby transforma viagem europeia em sessão de cinema verbal, com portos, ruas, trens, anúncios, guias, monumentos e vitrines.
A leitura do Aurora destaca cortes rápidos, humor urbano, frase de cartaz, trânsito, máquina e choque entre turismo e crítica social.
A edição usa a fonte BBM USP e preserva o escopo autoral do volume de 1926, sem converter prefácio, ilustrações ou páginas ornamentais em capítulos.
Caricaturas nacionais, raça, etnia, pobreza, prostituição, deficiência, religião, fascismo e violência animal são tratados como documento de época.
Os perfis unem autor, aparelho, viajante, cidades, roteiro europeu, museus, religião, Espanha e retorno brasileiro.
Cada capítulo recebeu uma figura dominante e um eixo crítico, do porto inicial ao encerramento com moralidade brasileira.
As imagens são contextuais, públicas ou licenciadas, com crédito visível, licença e fonte Wikimedia Commons nos metadados.
O pacote prepara consulta escolar, almanaque, mapa de cidades e comparação entre modernismo brasileiro, cinema e turismo europeu.

O livro começa por portos, placas, preços e tradicao vista em uso.

A janela do trem transforma paisagem em quadros sucessivos.

Paris aparece como mercado de experiencia, desejo e memoria patriotica.

A estrada mostra cidades pequenas e historia transformada em visita.
Ficha editorial, identidade pública e dados técnicos da obra em um só lugar.
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