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@CrisRibeiro há 1 ano
Público
#Desafio 018 A vida em Ana nunca foi rima. Três casamentos, todas as linhas quebradas. Se a pele ficou inteira, o coração virou caco, juntado no silêncio de quem nunca para. Quatro filhos cresceram, e ela com eles. Medo? É coisa que passa. Ana, não. Sorria sempre. Uma reza rápida, um bolinho no prato, flores na mesa, porque o mundo precisa de cor onde dói. Ao contrário da vida, ela era força. Não força bruta, mas a força que cala, que carrega. No delicado dos gestos, Ana era poema. Cr💞s Ribeiro *** Para a doce Ana, que me ensina todos os dias o valor dos gestos simples e da força silenciosa.

Comentários (2)

@eliz_leao · há 1 ano
Anas que tbm têm outros nomes 🩷😥💪🏼
@purapoesia · há 1 ano
Que texto forte e que imensa força tem a Ana. Parabéns pelo escrito, Cris!
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