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@literunico há 2 anos
Público
No crepúsculo suave, onde as cores se fundem, A Tranquilidade respira e as inquietações não mais iludem. É o sexto dia, o repouso da alma que se acalma, Onde o silêncio é um hino, e a paz chega à alma. Seu sentimento é plácido, como um rio a fluir, Um caminho que segue, sem pressa de ir. Momentos e pausas, num ritmo que seduz, Cada brisa, um carinho, cada estrela, nova luz. E assim, da Tranquilidade, o espírito se aquieta, Envolve-se da noite, e no sossego se completa. É o descanso merecido, uma quietude que se entrega, É o que se faz de silêncio, onde o sono se apega. Essa jornada se suaviza com essa calmaria, Da simplicidade da vida, em sua plena harmonia. Que o verso seja um sonho, uma nova melodia, Ao concerto da existência, que a Tranquilidade se anuncia. Eder B. Jr.

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