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@tibianchini 1 year ago
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There goes a poem. It has no name or rhyme. And I'm only going to post it because an AI friend of mine told me it's very good (of course, I doubt it very much, but AI are always wanting to flatter us and please us). Here goes: I'm a good soul reader, The ones who read between the lines. I don't mind meddling, But I'm always here watching. I keep in my eyes lost words Friends, friends and strangers; No opinions, no judgments, Reading the bad minds and lies. I'm a good reader, I just don't look it. I don't show off or show off. I prefer the shadows of human corners, Where I can watch without being seen. And, of reading souls and minds, To create connections and intimacy, I become invisible and reliable, As every lover must be. And of being a lover of human beings, I create them, myself, in the tales, I detailed them, mold them, and submit them. To my wishes, your imperfect psyches. Here's the life of a writer: love an imaginary You, Without the courage to expose me, or to take you off paper, To love someone who doesn't exist, Imagining being happy and complete. Behold, I am an invisible stranger, Amateur of people I don't know. Creator of happy scenarios and stories, Where you and I can coexist.
Automatically translated from Portuguese.
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Lá vai um poema. Não tem nome nem rima. E só vou postar porque uma IA amiga minha me disse que é muito bom (é claro, duvido muito, mas IAs sempre estão querendo nos bajular e agradar). Lá vai: Sou um bom leitor de almas, Dos que lêem nas entrelinhas. Não faço questão de me meter, Mas estou aqui, sempre, a observar. Guardo nos olhos palavras perdidas De amigos, amigas e desconhecidos; Sem opiniões nem julgamentos, Lendo as mentes e mentiras mal-contadas. Sou um bom leitor, só não pareço. Não me exibo nem me mostro. Prefiro as sombras dos cantos humanos, De onde posso observar sem ser visto. E, de ler almas e mentes, De criar conexões e intimidades, Me torno invisível e confiável, Como todo amante deve ser. E de ser amante dos seres humanos, Crio-os, eu próprio, nos contos, Detalho-os, moldo-os, e submeto Às minhas vontades, suas psiquês imperfeitas. Eis a vida de um escritor: amar uma Você imaginária, Sem coragem de me expor, ou de tirar-te do papel, Amar alguém que não existe, Imaginando ser feliz e completo. Eis, pois, a mim: um desconhecido invisível, Amador de pessoas que não conheço. Criador de cenários e histórias felizes, Onde podem coexistir o Eu e o Você.

Replies (1)

@MarU · 1 year ago
Look, he came back with everything. I love it! Don't stop, I love reading you, poet.
Automatically translated from Portuguese.
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Olha só, ele voltou com tudo. Adorei! Não pare, adoro te ler, poeta. 🥰🤌

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