avatar
@eliz_leao há 1 ano
Público
Silêncio, Se perpetua em minha alma cansada. Como sirene, Ecoa, Neste vazio sem fim. Onde a goteira, Dos meus choros, esvaziam, Meus olhos, Pingam. Molham e temperam com sal, Este infinito desgosto. Certamente, Em algum lugar, Entre o desespero e a calma, Que lutam pra me deixar sóbria, Há o conforto do fechar de olhos E o se perder, Na cacofonia dos meus sonhos, Que me parecem, Mais paz do que sono. Eliz Leão
Compartilhar no Litverso

Respostas (2)

@MarU · há 1 ano
M🥹🥲❤️‍🩹🫂 Out… Lindamente, profundo, sensível…
@literunico · há 1 ano
Paz

Compartilhar fora

Leve esta publicação pública para outros lugares.

A imagem inclui autoria, endereço e QR code. A incorporação permite ler e interagir; cada ação é confirmada com a conta do Litverso.