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@eliz_leao há 9 meses
Público
Silêncio, Se perpetua em minha alma cansada. Como sirene, Ecoa, Neste vazio sem fim. Onde a goteira, Dos meus choros, esvaziam, Meus olhos, Pingam. Molham e temperam com sal, Este infinito desgosto. Certamente, Em algum lugar, Entre o desespero e a calma, Que lutam pra me deixar sóbria, Há o conforto do fechar de olhos E o se perder, Na cacofonia dos meus sonhos, Que me parecem, Mais paz do que sono. Eliz Leão

Comentários (2)

@literunico · há 9 meses
Paz
@MarU · há 9 meses
M🥹🥲❤️‍🩹🫂 Out… Lindamente, profundo, sensível…
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